quarta-feira, 3 de abril de 2013

Israel será apagada do mapa em 7 de abril, diz campanha

 

Israel será apagada do mapa em 7 de abril, diz campanha

Israel será apagada do mapa em 7 de abril, diz campanha

A revista Israel Today já informou dezenas de vezes nos últimos anos que existe uma “guerra cibernética” planejada contra o Estado judeu e que pode ser determinante caso o país seja atacado. Por isso, equipes prontas para essa guerra virtual são constantemente preparadas pelo exército de Israel, além de contratos com empresas privadas de segurança, que repelem milhares de ataques todos os dias.

Mas as coisas mudam rapidamente e Israel sabe que pode ser alvo de um ataque que desligaria todos os computadores do país ligados à internet, literalmente “apagá-lo do mapa” tecnologicamente.

O grupo de hackers conhecido como Anonymous ameaçou repetidamente começar uma guerra sem tréguas contra  Israel, e deve tentar novamente no próximo domingo, 7 de abril. Uma campanha mundial na internet com o nome de #OpIsrael foi declarada.

Um dos líderes deste grupo hacker, que diz se chamar “Ghost Anon” afirmou que “as equipes de hackers decidiram unir-se contra Israel como um todo… Israel deveria se preparar para ser apagado da internet. Será a maior operação já realizada contra uma nação, será algo enorme”. Com informações Israel Today.

Após 8 anos de prisão injusta missionário indiano é solto

 

Irmão Samuel, missionário da Gospel for Asia (GFA) foi solto após anos de prisão sob alegações falsas de que pertencia a grupos rebeldes

Após oito anos preso sob falsas acusações de participação em motins naxalitas, nos quais 19 pessoas morreram em 2004, o missionário indiano Samuel foi solto em março deste ano em Jharkhand, na Índia.

Jharkhand é um estado ao norte do país e lar de milhares de naxalitas, grupo rebelde maoísta considerado terrorista desde a década de 1970. Está ativo em cerca de 40% do território indiano e são considerados grave ameaça à segurança nacional do país.

Apesar de admitir inocência e nenhuma participação nos crimes, irmão Samuel, como é conhecido, foi preso imediatamente. Dentro da prisão, ele continuou seu ministério, dividindo com seus companheiros os ensinamentos de Deus.

Em agosto de 2010, um júri indiano decidiu que todas as acusações contra Samuel deveriam ser descartadas, pois as evidências eram insuficientes para culpa-lo de qualquer crime ou associação a organizações criminosas. Porém, as audiências que deveriam decidir o futuro de Samuel foram sendo adiadas por quase três anos.

A prisão do missionário demorou anos entre apelações e audiências, que eram continuamente adiadas. Durante os oito anos, os prisioneiros passaram a acreditar nas palavras de Samuel, o que fez com que ele se tornasse uma espécie de pastor da prisão, realizando orações aos domingos e sextas-feiras e chegando a converter cerca de 20 companheiros.

“Eu fiquei emocionado ao receber o telefonema informando-nos que o nosso pastor Samuel foi libertado da prisão”, disse KP Yohannan, fundador e presidente da Gospel for Asia (GFA), organização voltada para disseminar os ensinamentos de Jesus no continente.

“Jesus nos disse que não devemos ficar surpresos diante de perseguições enquanto o seguirmos. Mas eu estou muito aliviado de saber que nossas preces foram atendidas. Nosso irmão permaneceu fiel à sua vocação e agora está livre de novo”, comemorou Yohannan.

Durante o período de prisão, Samuel escreveu que estava “totalmente depressivo por causa da situação, mas o Senhor o ajudou a perceber que ele tinha um plano especial” em sua vida enquanto estivesse preso. “O Senhor está me ajudando a dividir o amor de Jesus com os prisioneiros. Através do ministério, eu vejo a transformação que está acontecendo em suas vidas”, escreveu Samuel.

A notícia de sua libertação este mês trouxe alegria para as milhares de pessoas que oraram por ele ao longo dos últimos oito anos. “O que o inimigo destina para o mal, o Senhor tem usado para o bem”, disse Yohannan. “Porque o irmão Samuel permaneceu fiel apesar da perseguição, muitos na prisão que nunca teriam conhecido seu amor estão agora alegremente adorando o nome de Jesus”, continuou.

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Joelma, da banda Calypso, compara homossexuais a “drogados” e afirma ser contra o casamento gay: “Bíblia diz que não é correto”

 

Joelma, da banda Calypso, compara homossexuais a “drogados” e afirma ser contra o casamento gay: “Bíblia diz que não é correto”

A vocalista da banda Calypso, Joelma Mendes, comparou a condição homossexual como a de um dependente químico, e afirmou ser contra o casamento gay.

A declaração foi publicada pelo jornalista Bruno Astuto, no site da revista Época, no último sábado: “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra [...] Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar”, afirmou, ressaltando que se tivesse um filho homossexual, “lutaria até a morte para fazer sua conversão”.

Evangélica há quatro anos, Joelma diz que tem se dedicado mais a cuidar de sua saúde física e espiritual, e tem separado tempo específico para orar: “Maltratei meu organismo porque trabalhava todos os dias da semana e tive um piripaque, uma alergia crônica que quase me sufocou. Deus salvou minha vida”, testemunha a cantora, que está preparando um CD de música gospel, além de novos projetos com a banda Calypso, onde faz parceria com seu marido, Chimbinha.

O guitarrista, segundo ela, também se converteu, mas não se expressa igual a ela: “[Ele] não é tão maluco quanto eu”, diz a cantora, que pretende ser mãe novamente: “Quero ter um filho aos 45 anos. É uma promessa de Deus para mim”.

Sobre as roupas usadas no palco enquanto se apresenta com sua banda, Joelma afirma que não permite que elas influenciem em seu testemunho: “Uso aquelas roupas curtas e rebolo, mas, quando falo de Deus, todo mundo entende”, garante.

Durante esse ano, a história de Joelma e Chimbinha será retratada nos cinemas através do longa metragem Isso é Calypso – O Filme, que começa a ser rodado em maio, com locações no Pará e Rio de Janeiro. A atriz que interpretará Joelma será Deborah Secco: “Ela veio aqui em casa e trocamos figurinha. Ela terá que ter uma reserva de energia muito grande porque as coreografias pedem. Mas a Deborah já fez balé e sabe dançar. Quando cantou com Chimbinha, mostrou que é afinada”.

A cantora diz ainda que sua única exigência para o filme foi o sotaque paraense e que a história seja contada de forma realista: “Nada na minha vida eu fiz para ganhar dinheiro. Quero que Deborah passe a verdade e nada que vise o lado mais comercial”, afirmou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Hamas proíbe meninos e meninas de estudarem juntos em Gaza

 

A partir do próximo ano escolar, homens não poderão mais dar aulas para alunas na Faixa de Gaza, e meninas não poderão estudar junto com meninos a partir dos 9 anos. As novas regras do Ministério da Educação do Hamas, o movimento islâmico palestino que controla da Faixa de Gaza, impõe a separação de gênero não só para as escolas muçulmanas, mas também para cristãs e aquelas administradas pelas Nações Unidas na região.

As regras anunciadas nesta segunda-feira (1º) valem para a Faixa de Gaza, administrada pelo movimento. De acordo com o Hamas, essa é uma forma de padronizar os valores palestinos na região. Críticos, no entanto, acusam o movimento de impor sua ideologia à sociedade.

“Nós somos um povo muçulmano. Estamos fazendo o que cabe ao nosso povo e à nossa cultura”, disse o consultor jurídico do Ministério da Educação Waleed Mezher.

 

O Hamas tem administrado a Faixa de Gaza desde 2007, quando ganhou a maioria nas eleições parlamentares palestinas. A divisão política entre o grupo e o rival Fatah, que controla a Cisjordânia, paralisou o Legislativo e, principalmente, impediu a promulgação de novas leis nos territórios palestinos. Os parlamentares do Hamas, no entanto, agiram sozinho para aprovar a nova lei da educação. Os críticos acusam o movimento de tentar construir um Estado independente em Gaza.

Escolas privadas e cristãs, onde as aulas são misturadas até o ensino médio, seriam as mais afetadas pela decisão já que as escolas administradas pelo governo em sua maioria são separadas pelo sexo. O Ministério da Educação Gaza disse que as escolas particulares tinham sido convidadas para discutir a legislação antes de ser promulgada, mas teriam falhado.

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Fonte: Extra

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que permitirá às igrejas questionarem leis junto ao STF

 

Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto que permitirá às igrejas questionarem leis junto ao STF

Um projeto que permite às igrejas a possibilidade de propor ao Supremo Tribunal Federal (STF) ações diretas de inconstitucionalidade e declaratórias de constitucionalidade sobre questões que estejam em debate na sociedade, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

O autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 99/11 é o deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica.

Atualmente, a Constituição permite esse tipo de ação apenas ao presidente da República; à mesa do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; à mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; governadores de Estado ou do Distrito Federal; ao procurador-geral da República; ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; partidos políticos com representação no Congresso; e confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.

A PEC prevê, por exemplo, que entidades como Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil e a Convenção Batista Nacional tenham a mesma prerrogativa dos órgãos listados acima.

Após essa primeira aprovação na CCJ, a PEC será analisada por uma comissão especial para depois ser  votada em dois turnos pelo plenário. O deputado João Campos entende que essa PEC significa uma “ampliação da cidadania e do acesso à Justiça”, segundo informações do Estadão.

Campos diz ainda que a proposta se fez necessária pois diversos temas da sociedade atual estão intimamente ligados às entidades religiosas: “Alguns temas dizem respeito diretamente às entidades religiosas. A questão da imunidade tributária, por exemplo, assim como a liberdade religiosa e o ensino religioso facultativo, entre outros. Se tivermos em algum momento alguma lei que fere um desses princípios não teríamos como questionar isso no Supremo. Com a proposta, estamos corrigindo uma grave omissão em que o constituinte incorreu ao deixar essa lacuna”, argumentou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Políticos e líderes cristãos se mobilizam contra proposta de legalização do aborto feita pelo Conselho de Medicina; “Proposta já nasceu abortada”, diz Magno Malta

 

Políticos e líderes cristãos se mobilizam contra proposta de legalização do aborto feita pelo Conselho de Medicina; “Proposta já nasceu abortada”, diz Magno Malta

Num discurso sobre a posição do Conselho Federal de Medicina (CFM), que propôs a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação, o senador Magno Malta (PR-ES) fez considerações a respeito do contexto cultural brasileiro para criticar a possibilidade de aprovação da medida.

O CFM recomendou à comissão especial do Senado, que elabora o Novo Código Penal, que legalize o aborto na situação mencionada, deixando a decisão para a gestante e seu médico. Atualmente, o aborto é permitido por lei apenas em casos de estupro ou de risco à saúde da mãe.

Magno Malta afirmou que se aprovada, a medida legalizaria a prática de um “assassinato brutal” e poderia resultar no aumento da procura pelo procedimento após os períodos de carnaval e festas juninas, quando há uma maior liberdade sexual e ocorrência de gestações indesejadas.

Malta ainda alertou o CFM para as críticas e pressões sociais que virão caso a postura seja mantida: “Eu quero avisar o Conselho Federal de Medicina que eles não vão ter tempo bom pela frente. A proposta deles já nasceu abortada. Nós estamos atentos à preservação da vida”, disse o senador, de acordo com informações da Agência Senado.

A mobilização política contra as propostas de legalização do aborto já chegaram à Câmara dos Deputados, onde o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO) criticou a postura do governo federal.

“Você sabia que o governo da Dilma está ressuscitando o PNDH III? Você sabia que o Ministério da Saúde está trabalhando um programa para o aborto? Você, que como eu é evangélico, lembra do compromisso que Dilma fez no 2º turno acerca do aborto e casamento gay? Nada está sendo cumprido”, alertou em seu perfil no Twitter o deputado João Campos. O PNDH III é a sigla para a terceira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos, proposto pelo governo petista durante os dois mandatos do presidente Luís Inácio Lula da Silva.

twitter deputado joao campos

O protesto de Campos teve ressonância no Twitter, onde internautas retransmitiram suas mensagens e também protestaram: “E ainda vai ter evangélico e pastor votando no PT em 2014, depois dessa perseguição desenfreada. Nunca irei votar no PT… NUNCA!”, escreveu o usuário Neto Ribeiro.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Carlos Petrini, publicou um artigo em que critica a postura do CFM e da opção pela solução mais rápida em casos de gravidez indesejada.

“As imediatas reações contrárias a esse posicionamento demonstram a preocupação dos que defendem a vida humana desde sua concepção até a morte natural. Merece, por isso, algumas considerações. O drama vivido pela mulher por causa de uma gravidez indesejada ou por circunstâncias que lhe dificultam sustentar a gravidez pode levá-la ao desespero e à dolorosa decisão de abortar. No entanto, é um equívoco pensar que o aborto seja a solução”, escreveu o bispo Petrini.

O religioso lembrou ainda das iniciativas sociais que a Igreja Católica mantém para ajudar pessoas em dificuldades como exemplo de alternativa à opção pela “morte” de seres humanos: “Nossa civilização foi construída apostando não na morte, mas na vitória sobre a morte. Por isso a Igreja criou hospitais, leprosários, casas para acolher deficientes físicos e psíquicos. Recorde-se, em época recente, a figura das Bem-aventuradas Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce dos pobres, bem como os milhares de pessoas que, quotidianamente, se dedicam a defender e promover a vida humana e sua dignidade”, pontuou.

Dom João Carlos Petrini ainda ressaltou a preservação da vida que a Constituição Federal prega e acentuou o tom crítico de busca por soluções que demandem menor custo, no que se refere aos Direitos Humanos

“As constituições dos principais países ocidentais apresentam uma perspectiva claramente favorável à vida. A Constituição Federal do Brasil, em seu artigo 1º, afirma que a República Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos a dignidade da pessoa humana. E, no seu artigo 5º, garante a inviolabilidade do direito à vida. Ajuda a evitar o aborto a implantação de políticas públicas que criem formas de amparo às mulheres grávidas nas mais variadas situações de vulnerabilidade e de alto risco, de tal modo que cada mulher, mesmo em situações de grande fragilidade, possa dar à luz seu bebê. Esta solução é a melhor tanto para a criança, que tem sua vida preservada, quanto para a mulher, que fica realizada quando consegue ter condições para levar a gravidez até o fim, evitando o drama e o trauma do aborto”, sugeriu, no artigo publicado no Boletim da CNBB do dia 23 de março.

A proposta da CFM tem sido duramente criticada por adeptos de movimentos pró-vida. No Twitter, o pastor Silas Malafaia publicou um vídeo em que cenas de aborto são mostradas, e afirmou crer que pessoas favoráveis à proposta, mudariam de ideia ao ter acesso ao material apresentado no documentário de quase 30 minutos.

 

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Bebê sobrevive após ter corpo ‘congelado’ por quatro dias

 

Coração do bebê começou a bater em ritmo normal após o quarto dia

Médicos britânicos conseguiram salvar a vida de um recém-nascido resfriando seu corpo por quatro dias. Edward Ives nasceu com apenas 5% de chance de sobrevivência em função de uma taquicardia supraventricular, distúrbio que fazia seu coração bater duas vezes mais rápido que o normal.

Sua mãe, Claire Ives, de 29 anos, que tem outros dois filhos, descobriu o problema em exames no final da gravidez. Ela tomou remédios para tentar reduzir o ritmo de batimentos cardíacos da criança, mas, como a medicação não deu resultados, os médicos resolveram fazer uma cesárea para tratar o recém-nascido diretamente.

O tratamento pioneiro que terminou salvando a vida de Edward foi colocado em prática por uma equipe do University College London Hospital.

Ele consistiu no resfriamento do corpo da criança de 37 para 33,3 graus Celsius com o uso de uma coberta recheada com gel. O objetivo era reduzir o batimento cardíaco do bebê, que foi sedado para não se movimentar.

Mas manter o equilíbrio do corpo da criança foi uma tarefa complicada – e médicos tiveram de usar um desfibrilador cinco vezes para evitar que o coração de Edward parasse.

“Ele estava muito frio e parecia morto”, disse Claire.

Resultado

O que parecia sonho se tornou realidade: Edward Ives e os pais

Depois de dois dias, médicos permitiram que a temperatura do corpo de Edward voltasse a subir, mas como o ritmo de seu coração acelerou muito rapidamente, o bebê foi “resfriado” por mais dois dias.

No quarto dia, o coração do recém-nascido finalmente começou a bater em um ritmo normal e médicos começaram a esquentar seu corpo em meio grau a cada 12 horas.

Um mês depois, o bebê pode ir para casa. “Foi como um sonho que virou realidade”, conta sua mãe.

Hoje Edward tem seis meses e é um bebê relativamente saudável, embora possa ter alguns episódios de arritmia cardíaca no futuro.

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Fonte: BBC Brasil