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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Após alterações solicitadas pela bancada evangélica, Lei da Palmada é aprovada na Câmara

 

Após o adiamento forçado pela bancada evangélica, a “Lei da Palmada” foi aprovada ontem na Câmara dos Deputados, em Brasília. Os deputados da Frente Parlamentar Evangélica queriam fazer alterações mais profundas na lei, porém o governo federal se negou a fazer grandes alterações.

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Segundo a relatora do projeto de lei, deputada Teresa Surita, a bancada evangélica contribuiu para o aperfeiçoamento do projeto: “Em nenhum momento a bancada evangélica atrapalhou. Ela contribuiu para o aprimoramento do texto”, afirmou ao jornal “O Estado de S. Paulo”.

A deputada ficou responsável pela negociação com o líder da bancada evangélica, deputado João Campos. Os deputados evangélicos pediam que o termo “castigo corporal” fosse substituído por “violência física”, porém o governo só aceito mudar o termo para “castigo físico”.

Segundo a ministra-chefe da secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, o acordo com os evangélicos foi importantíssimo: “Com essa aprovação por unanimidade pela Comissão Especial que analisava a matéria, o Brasil dá um importante passo para afirmação dos direitos da criança e do adolescente contra todos os tipos de violência”.

Fonte: Gospel+

 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

“Eu não sinto falta de fazer parte de uma igreja” afirma Carol Celico

“Eu não sinto falta de fazer parte de uma igreja” afirma Carol Celico

Depois de um ano desligada da Igreja Renascer em Cristo, a esposa do jogador Kaká afirma em entrevista que não sente falta de frequentar uma igreja e que sua igreja são seus filhos, seu marido e sua família.

Em uma entrevista dada à revista Exibir Gospel, em São Paulo, no mês de novembro Caroline Celico falou sobre o CD que lançou pela Universal Music em 2011 e sobre seu ministério. Ela respondeu também perguntas sobre seu desligamento da igreja comandada pelo casal Hernandes.

Quando perguntada sobre seu CD, Carol Celico foi categórica ao afirmar que não é um trabalho gospel e que ela não é uma cantora do gênero: “É um CD família. São dez músicas, sendo sete regravações e três composições novas: uma que o Kaká fez para mim quando casamos, “Presente de Deus”, “Mesma luz”, que eu canto com a Claudia Leitte, e “Fruto do amor”, que fiz para o meu filho. Não é um trabalho gospel, é pop e alcança, principalmente, quem tem preconceito com este segmento evangélico.”

“Em primeiro lugar, sou esposa e mãe, e se eu não conseguir administrar esse meu ministério perfeitamente não vou fazer nada mais. Estou ao lado do meu marido, tenho de ir para onde ele for” respondeu sobre sua pretensão de fazer shows. Ela disse também que, como esposa, não pode deixar o marido do outro lado do mundo sem esposa e filhos. “A minha família é o meu principal ministério” completou.

A jovem de 24 anos, que foi consagrada pastora antes de seu desligamento da Renascer, falou de seu ministério e disse que escreve mensalmente em seu blog além de gravar “várias mensagens sobre a Palavra”.

Outra pergunta que ela respondeu foi se não sente falta de congregar em uma igreja. Sobre isso ela afirmou que embora tenha passado bons tempos na igreja e que tenha aprendido muitas coisas boas na igreja ela, atualmente, não sente falta de congregar mas afirma que “incentiva as pessoas a estarem em uma igreja, sim, num lugar onde elas se sintam bem”.

“Mas hoje eu não sinto falta de congregar porque a minha igreja é a minha família, são os meus amigos” disse Carol, que afirmou também que não sabe se a decisão de não congregar é algo definitivo ou passageiro em sua vida.

Fonte: Gospel+

Nota: (Quando tiramos uma brasa do meio do fogo ela se apaga, não congregar é o mesmo que deixar o fogo se apagar, oro para que ela descubra isso o mais breve possível – Pr. Wesley)

Os bastidores da votação da PLC 122: Marta Suplicy e Jean Wyllys brigam em público, Marco Feliciano e Magno Malta reclamam e mais…

 

Os bastidores da votação da PLC 122: Marta Suplicy e Jean Wyllys brigam em público, Marco Feliciano e Magno Malta reclamam e mais

 

Após retirar a PL 122/2006 de votação para reexaminá-lo, a Senadora Marta Suplicy, relatora do projeto, foi severamente criticada por ativistas gays que não concordaram com as alterações feitas por ela.

Uma das críticas mais pesadas partiu do Deputado Federal Jean Wyllys, que afirmou que as alterações de Marta Suplicy tornaram o projeto inócuo, e que da forma como estava, a PL 122 “não atendia as necessidades da comunidade gay”.

A senadora, ao saber das críticas, disparou contra Jean Wyllys, afirmando em entrevista ao Portal Terra, que o deputado tinha “má fé”. “Tive que ceder aos acertos. Os acertos criaram coisas que não existem. Hoje, se você for discriminado no trabalho, vai reclamar para o bispo, porque não tem para quem. Se você for chutado na rua e xingado numa fala homofóbica, você não tem como dar queixa, porque não configura em nada e o projeto faz ser apenado. Então, dizer que o projeto é inócuo é de uma má-fé extraordinária. Ele vai acrescentar várias conquistas. Não é o 122 que eu queria, mas é o que é possível”, defendeu-se Marta.

Ainda criticando o colega parlamentar, a senadora afirmou que a postura de Jean Wyllys mostra que ele não tem outras propostas: “Toda a fala dele é em relação ao casamento (entre pessoas do mesmo sexo). Com a união estável aprovada pelo Supremo (STF), ele perdeu um pouco a fala e não consegue coletar as assinaturas da PEC. Então, fica bombardeando o projeto da homofobia que estou fazendo. Isso mostra uma imaturidade enorme, porque o projeto pode passar na Comissão de Direitos Humanos (do Senado), na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), no plenário e ir para a Câmara. Aí, ele pode ser o relator e usar a grande competência dele para acrescentar tudo que o quiser”.

Jean Wyllys rebateu as críticas afirmando que “apesar de a senadora Marta ter me atacado com deselegância, em entrevista, por eu ter criticado suas concessões, o tempo me deu razão. A senadora – e certos militantes do PT – não conseguem conviver bem com a crítica às vezes, infelizmente, daí o ataque deselegante”.

O ativista gay ressaltou que as ideias a respeito do projeto são diferentes porque a vivência que ambos tiveram com os ataques de homofobia, foram diferentes: “É difícil para a senadora compreender que, se ela é uma aliada histórica, eu sou um homossexual que conhece no corpo o peso da homofobia. O que para ela pode ser negociável por orientação partidária não o é para mim, porque minha dignidade está acima de partido e de vaidade”.

O Senador Magno Malta, que é membro da Comissão de Direitos Humanos do Senado, e participou da reunião em que o projeto foi retirado de votação, foi destaque no Twitter e ficou entre os assuntos mais falados, por ter dito durante as discussões que “os assassinatos dos homossexuais não são problema dos senadores” e que a maioria da população brasileira não é homofóbica.

Defendendo-se das acusações de ser homofóbico, por causa de suas declarações, o senador pontuou o assunto: “Não sou contra homossexuais, respeito todos os cidadãos, mas é meu dever evitar os exageros. É o melhor momento para acabar com o preconceito contra os negros, contra os índios e outras minorias, não só defender interesses de um único segmento que busca privilégios que outros não tem, mas a luta continua e vamos buscar um acordo sempre com tolerância e respeito. Marta percebeu que seria o fim do PL 122 e estrategicamente pediu reexame da matéria. Perdemos uma boa oportunidade de avançarmos para outro texto mais importante e abrangente”.

Porém, a senadora Marta Suplicy foi cumprimentada pela retirada do projeto. A Articulação brasileira de Gays – Artgay , associação que congrega 80 ONGs ligadas ao ativismo homossexual em todo Brasil, encaminhou um ofício à senadora parabenizando-a por não deixar que o projeto fosse votado naquela reunião. Segundo o site Mix Brasil, no ofício a Artgay solicitou que a senadora incluísse na discussão a proposta de entidades do movimento LGBT que representam também as pessoas negras, transgêneras e que professam algum tipo de fé religiosa. O ideal, no ponto de vista de Marta Suplicy, seria a elaboração de um projeto novo, que trate apenas do crime de homofobia, segundo informações da Agência Senado.

A repercussão em torno dos debates sobre a PL 122 fez com que uma entidade internacional se posicionasse contra o novo texto do projeto, proposto por Marta Suplicy. A “Allout” divulgou nota afirmando que “considera que a nova redação do PLC 122 não contempla a criminalização do discurso de ódio contra a população LGBT , um dos maiores “ ativadores de homofobia” no Brasil, tornando, portanto, a legislação proposta incompleta.

Em discurso no Senado Federal, Christovam Buarque afirmou que o “Estado não se mete no que é pecado e igreja não deve se meter no que é crime”, e pediu que o diálogo fosse retomado, para evitar “que a luta contra a intolerância não passe a idéia de que se está criando outra forma de intolerância”.

Como a reunião da Comissão dos Direitos Humanos terminou em tumulto, o Senador Aníbal Diniz fez um apelo para que o principal objetivo da Comissão fosse mantido: “As pessoas são iguais e merecem ter seus direitos respeitados. Temos que trabalhar para que não se estabeleça um clima de guerra. É preciso cultivar a paz e o entendimento entre os diferentes segmentos para fazer valer a igualdade contida no artigo 2º na Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

Ao saber do tumulto no Senado, o Deputado Pastor Marco Feliciano pediu a palavra ao presidente da Câmara dos Deputados e lamentou que a reunião tivesse terminado daquela forma. “É com profundo pesar que venho deixar uma palavra acerca do que aconteceu no Senado. O movimento religioso foi altamente atacado pelo PL 122 que criminalizava a homofobia de pessoas que tinham pensamentos contrários a esse respeito. De repente, a senadora traz à tona, mas recua do bom debate. Que o PL 122 seja votado o mais rápido possível e vamos sepultar esse lixo”, afirmou Marco Feliciano.

Assista ao vídeo do discurso do Senador Christovam Buarque:

 

Assista ao vídeo do discurso do Deputado Marco Feliciano:

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=IL0h1CtUr9s

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Igreja Católica firma acordo com Marta Suplicy e apoia a PLC 122

Igreja Católica firma acordo com Marta Suplicy e apoia a PLC 122

Uma pequena concessão feita por Marta Suplicy na PLC 122 garantiu à senadora o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a aprovação do projeto de lei na Comissão de Direitos Humanos do Senado nessa quinta feira. A senadora já havia tentado, sem sucesso, o mesmo acordo com a bancada evangélica.

A senadora acredita que não vai conseguir o voto dos parlamentares evangélicos, mas ela está confiante no apoio e mobilização da CNBB, já que são necessários apenas 10 votos favoráveis dos 19 membros da Comissão de Direitos Humanos.

O acordo firmado entre a relatora do projeto e a CNBB inclui na PLC um parágrafo que permite que pastores e padres continuem falando contra a homossexualidade dentro dos templos religiosos, porém mantém a punição de cinco anos de prisão caso essas opiniões sejam emitidas em programas de rádio, TV, escola, sites, blogs, jornais, revistas, etc.

Segundo a Agência Senado o senador Eduardo Suplicy manifestou seu apoio a Marta e afirmou que sua colega de bancada, que relata o projeto na CDH, conseguiu chegar a um projeto que abrange o respeito à diversidade sexual sem atentar contra a liberdade religiosa.

O deputado Jean Wyllys, juntamente com a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, espera posteriormente derrubar a concessão feita à CNBB. O deputado é contra as mudanças feitas por Marta Suplicy no texto original da PLC 122.

Além da CNBB, a senadora também conta com a ajuda da Rede Globo, que está lançando uma campanha em massa de combate à homofobia, campanha que é apoiada pela ONU e pelo governo federal.

Em nota oficial a CNBB diz que não fez acordo com a senadora, mas que fez observações, deu sugestões e se comprometeu a continuar acompanhando o desenrolar da discussão sobre o projeto. Segundo a nota da CNBB a entidade “reiterou, ainda, a posição da Igreja de combater todo tipo de discriminação e manifestou, por fim, sua fraterna e permanente disposição para o diálogo e colaboração em tudo o que diz respeito ao bem da pessoa humana.”

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Senador evangélico Marcelo Crivella deve votar a favor da aprovação da PLC 122, diz Marta Suplicy

Senador evangélico Marcelo Crivella deve votar a favor da aprovação da PLC 122, diz Marta Suplicy

Depois do anuncio de que parte das lideranças homossexuais são contra a aprovação do atual projeto da PLC 122 como está, vem a público a grande possibilidade do senador evangélico Marcelo Crivella votar a favor do projeto polêmico que visa criminalizar a homofobia. Pelo menos é o que afirma a senadora Marta Suplicy em entrevista ao site gay Mix Brasil.

O senador Marcelo Crivella do PRB-RJ faz parte da Frente Parlamentar Evangélica e é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, além de ser sobrinho do Bispo Edir Macedo. Apesar de toda a sua ligação religiosa com o meio evangélico ele é voto garantido pela senadora Marta Suplicy para aprovar a PLC 122, já que o atual texto do projeto foi feito em parceria por ambos e com ajuda de um líder gay.

Após a divulgação da afirmação, o senador Marcelo Crivella afirmou no Senado no começo da noite desta terça-feira que não há acordo sobre a PLC 122 porque “a senadora Marta disse que havia construído um acordo. Nós gostaríamos de terminar com o projeto e construir um novo texto, mas ela insistiu com emendas, que melhoraram, mas não há acordo”. Segundo ele, na forma que está o projeto ele não deve ser aprovado.

O senador evangélico Magno Malta (PR-ES), então grande parceiro de luta de Crivella contra a PLC 122 vem se posicionando radicalmente contra a aprovação e prepara diversas articulações tentando a reprovação.

A PLC 122 será votada nesta quinta-feira, 8 de Dezembro, na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Confira a íntegra do texto da nova PLC 122.

Fonte: Gospel+

AMIZADE VERDADEIRA – MAURICIO DE SOUZA

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Bispo da Universal afirma que o Natal é uma festa pagã: “Não se deixe levar”. Assista

 

 

O Bispo Renato Cardoso gravou um vídeo para a Arca Universal, falando sobre o Natal. Intitulado “O que significa o Natal?”, o vídeo traz reflexões a respeito da data em que se comemora o nascimento de Jesus.

Criticando o comércio, Cardoso fala do impacto que essa data tem sobre a vida de pessoas menos favorecidas financeiramente. “O Natal é uma época deprimente para quem não tem dinheiro. Muitos nessa época do ano, se sentem excluídos, outros se lançam na bebida e nas drogas, outros caem na depressão, na solidão, alguns até mesmo cometem suicídio.”, constata o Bispo Renato Cardoso.

Mencionando o a origem da festa natalina, Cardoso questiona o objetivo dessa data, e argumenta utilizando os mandamentos de Jesus a seus discípulos: “É esse o espírito do Natal? Foi para isso que Jesus nasceu? Para fazer com que essas pessoas sofram ainda mais? O que muitas pessoas não sabem é que o Natal tem quase nada a ver com o espírito de Cristo. Para começar, essa festa tem origem pagã e não uma origem bíblica. Jesus jamais instruiu seus discípulos a comemorarem seu aniversário, pelo contrário, ele mandou celebrar a sua morte, pra lembrá-la e anunciá-la sempre. E porque ele focalizou na sua morte? Porque o centro da mensagem de Cristo é a cruz, e não o bebê na manjedoura”.

Em sua fala, Renato afirma que “ninguém pode contestar que Jesus causou um impacto positivo na vida das pessoas que o conheceram. Seus ensinamentos, seu exemplo, seus milagres, inspiraram e ainda inspiram milhões a mudar de vida”.

Aconselhando a não cometer loucuras financeiras para se sentir inserido no espírito da festa, o Bispo Renato Cardoso convida è reflexão sobre a importância de Jesus: “Não se deixe levar pelo ‘emocionalismo’, pelo ‘comercialismo’ dessa época. Nada disso tem a ver com o nascimento de Jesus. E não se sinta pressionado a sair das suas condições para comprar presentes ou colocar uma árvore de natal na sua casa. Ao invés disso, simplesmente medite sobre o porque do Senhor Jesus ter vindo a este mundo, e sobre o que Ele fez aqui, e o que isso significa para você”.

Assista ao vídeo:

Governo do Irã confisca Bíblias e destrói igrejas declarando guerra ao cristianismo

 

 

Mais de 6.500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas por autoridades iranianas em uma ofensiva do governo contra o crescimento do cristianismo no país.

Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do Islã”.

O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou sua preocupação com a “expansão do cristianismo entre os jovens”, e culpou os meios eletrônicos de comunicação e a facilidade de acesso a literatura cristã pela expansão: “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente” disse o líder islâmico.

Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que a maioria das milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.

“O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?” disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.”

Além do confisco de Bíblias o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua igrejas no país como aconteceu na cidade de Kerman onde uma das principais igrejas foi destruída por autoridades locais.

Além do confisco de Bíblias, o que preocupa a liderança cristã no país é a destruição de igrejas, como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas da cidade foi destruída por autoridades islâmicas locais. A liderança afirma também que o governo Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que estão se convertendo ao cristianismo. Segundo eles o país já tem pelo menos 100.000 cristãos.

Outro alvo de ataque do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está se tornando muito comum para retirar sites do ar.

E o governo não se preocupa em esconder seus atos, o Ministério da Segurança do Irã anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”. O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas com esses sites e criou um comitê regulatório para monitorar os usuários de internet no país.

Fonte: Gospel+

Casa noturna na Alemanha exibe atriz pornô nua amarrada em uma cruz durante festa

 

Uma festa no clube “Maxxin” em Berlim, na Alemanha, causou indignação popular por colocar uma atriz pornô nua amarrada em uma cruz.

A cena aconteceu em uma festa anunciada como aniversário do gerente do clube Stefan Sellwich, de 28 anos.

O jornal alemão Bild noticiou que após um discurso do aniversariante começou o “show”, onde uma mulher loira pintada de dourado foi amarrada a uma cruz ao som da música “Pai Nosso” do Grupo alemão E Nomine. A atriz pornô deixou a cruz após um espetáculo de 30 minutos, o que já bastou para criar uma enorme polêmica no país.

No dia seguinte, a página de Facebook do clube recebeu dezenas de comentários de pessoas indignadas com a cena, entre os comentários haviam pessoas chamando a atriz de prostituta e até pessoas desejando a morte do gerente da casa noturna.

Sellwich se manifestou sobre o caso ao jornal: “Claro que eu estava ciente da provocação, mas isso não era uma blasfêmia, eu nunca quis ferir sentimentos religiosos”.

Fonte: Gospel+

Membros de igreja se privam de refeições para alimentar crianças do Quênia

 

Em campanha para conscientização sobre a falta de alimentos no mundo, membros de uma igreja em Ohio (EUA) estão se privando de uma alimentação mais completa para arrecadar dinheiro e enviar a escolas de crianças carentes do Quênia.

Liderados pelo Rev. Tony Myles, mais de 50 membros da Connection Church estão comendo apenas arroz e feijão durante cinco dias para economizar dinheiro que será enviado para o país africano.

Em entrevista ao Akrons Beacon Journal, o rev. Myles falou sobre a campanha da igreja: “Isso definitivamente mexe com o seu sistema digestivo. Mas nos ajuda a compreender o que significa viver sacrificialmente”.

“Quando eu sento e oro antes de cada refeição, encontro-me mais grato, porque enquanto eu estou fazendo isso por escolha, as crianças em países do terceiro mundo nem sempre sabem quando, ou se, sua próxima refeição está chegando”, completou o pastor da Connection Church.

De acordo com a CBN a missionária do Gospel Harvest Ministries, Cathy Perman, falou recentemente à igreja sobre como é a vida das crianças nas escolas quenianas: “As necessidades não são muito maiores do que os recursos que eles têm. Sem o apoio de igrejas como a de Connection, não haveria uma escola para ajudar as crianças”. Em seu relato a missionária contou também que “muitas das crianças quando chegaram pela primeiramente à escola, estavam tendo vários problemas de estômago. E em conversa com seus pais, o bispo descobriu que era porque eles não estavam acostumados a comer, às vezes, ficavam três dias sem comida”.

É o segundo ano que a igreja faz esse desafio, que no ano passado arrecadou US$1.000 que foram enviado a uma escola em Nairóbi.

Fonte: Gospel+

Agradecimento a Deus faz trabalho ser recusado na Universidade Federal do Pernambuco

 

Uma estudante universitária evangélica de Pernambuco teve um trabalho recusado pela Universidade em que estuda porque citou Deus na página dedicada a agradecimentos. A universidade chegou a orientar a universitária a retirar o agradecimento a Deus de seu trabalho para que ele fosse aceito.

A justificativa dada à aluna pela UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco) deixa claro o motivo da recusa: “Os agradecimentos devem ser relacionados à pesquisa e não a Deus”, diz o documento mostrado em reportagem do SBT.

O orientador da aluna no trabalho e vice-reitor da universidade Airton Melo afirma que não caberia a recusa do trabalho por conter um agradecimento pessoal da autora do trabalho a Deus.

Pastores evangélicos e um bispo católico elaboraram carta de protesto contra a decisão do Centro de Ensino e graduação da UFRPE classificando o caso como intolerância religiosa.

“Nós estamos em um país livre onde a profissão de fé é livre” protestou Osmar Martins, presidente da ordem de pastores do Agreste. Outro líder religioso a se manifestar sobre o assunto foi o bispo católico Dom Fernando Guimarães: “A recusa de um trabalho explicitamente porque o aluno introduz o trabalho agradecendo a Deus, isso me surpreende profundamente”.

Depois da carta dos religiosos a universidade aceitou o trabalho da aluna com o agradecimento que ela havia feito a Deus.

Sobre o ocorrido, o pastor e estudante de graduação Jonas Silva cita em seu blog o livro Como Normatizar Trabalhos Acadêmicos do dr. Marcos Roberto Nunes, que leciona na Universidade Federal de Pernambuco: “Agradecimento é parte opcional de um trabalho monográfico. É algo puramente subjetivo. Deve refletir os sentimentos do autor para com pessoas, entidades, etc.”.

Jonas Silva cita também a Constituição Federal que faz uma referência a Deus em sua introdução e garante a laicidade do estado e a “inviolável liberdade de consciência e de crença…” (Artigo 5o).

Fonte: Gospel+

Defensores da PL 122 não comparecem à audiência na Câmara dos Deputados; Silas Malafaia afirma que ativistas “tomaram uma ensaboada”

 

O Pastor Silas Malafaia postou em seu perfil no Twitter que os ativistas defensores da PL 122 não compareceram ontem à audiência pública realizada pela Comissão dos Direitos Humanos na Câmara dos Deputados, ontem, 29/11.

“Acabo de sair da audiência pública do Senado. Nenhum defensor do movimento gay esteve presente! Tomaram uma ensaboada! A senadora Marta Suplicy, defensora número 1 da causa gay estava no congresso, mas fugiu do debate! Eles sabem e chamar de homofóbico, mas de debate eles tem medo!”, escreveu Malafaia.

A revista Veja, publicou em seu site matéria sobre a audiência, e afirmou que por estar “esvaziado” devido às ausências dos defensores do projeto de lei 122, a reunião acabou se transformando em um ato contrário ao projeto.

Segundo o texto do jornalista Gabriel Castro, a sessão foi esvaziada pelos próprios parlamentares defensores da PL 122. Entre os presentes, estavam o presidente da Comissão dos Direitos Humanos, Paulo Paim (PT-RS) e os Senadores evangélicos Marcelo Crivella e Magno Malta.

Entre os convidados a participarem do debate o Pastor Silas Malafaia e o presidente da Frente Nacional Cristã de
Ação Social e Política, Wilton Costa. O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), defensor do projeto, não apareceu na audiência. “Os homossexuais não suportam a crítica porque não têm segurança do que são. Na hora do debate eles correm, porque são covardes. O PLC 122 é uma violência contra os princípios constitucionais”, afirmou Malafaia durante seu discurso.

Em seu discurso, o Senador Crivella afirmou que “o PLC 122 não prospera. Não passa, não será aprovado”. Magno Malta afirmou que em suas contas, 16 dos 19 membros da Comissão são contrários ao PL 122, que foi aprovado na Câmara, mas aguarda decisão do Senado.

O presidente da Comissão, Senador Paim, pretende colocar o projeto em votação no dia 07/12. A Senadora Marta Suplicy confirmou que a votação ocorrerá na próxima semana, e que pretende apresentar um projeto substitutivo ao PL 122.

No Twitter, Malafaia convocou seus seguidores a enviarem emails aos Senadores cobrando que votem contra o projeto: “O PL 122 vai ser votado na próxima quarta-feira (07/12). É importantíssimo você enviar email p/ os senadores não aprovarem esse projeto. Dê RT”

 

O perfil @ContraPL122, feito por ativistas cristãos, lançou campanha solicitando aos grandes líderes evangélicos que apóiem a derrubada do projeto.

Fonte: Gospel+