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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Primeiro culto ateu reúne centenas de pessoas em Los Angeles

 

Primeiro culto ateu reúne centenas de pessoas em Los Angeles

 

Primeiro culto ateu reúne centenas de pessoas em Los Angeles

Neste domingo (10) um grupo de ateus realizou a primeira “Celebração Dominical” em Los Angeles, Estados Unidos, atraindo centenas de pessoas.

A reunião é uma espécie de culto para ateus que mistura música, momentos de reflexão, palestra motivacional e até apresentações de stand-up comedy.

O encontro de Hollywood segue o estilo de “culto ateu” que se iniciou no Reino Unido e tem se espalhado pelo mundo. Outras cidades americanas já estrearam a reunião que prega a “crença na não-crença” entre eles Nova York, Nashville e San Diego.

As reuniões são inauguradas pelos idealizadores do culto ateu, os comediantes britânicos Sanderson Jones e Pippa Evans que estão viajando pelos Estados Unidos para promover as assembleias de domingo.

Nesses cultos também são recolhidas ofertas voluntárias, os comediantes estão esperançosos em conquistar mais de US$ 800 mil para poder implementar a igreja ateia em outros países do mundo, mas até agora eles conseguiram apenas US$ 50 mil.

Além do Reino Unido e Estados Unidos, a Austrália também já conta com uma sala de reuniões para ateus. O objetivo desses encontros não é atacar os crentes, como dizem os fundadores, mas reunir aqueles que não possuem uma religião. Com informações G1.

80 pessoas são fuziladas na Coréia do Norte por crimes como a posse de Bíblias

80 pessoas são fuziladas na Coréia do Norte por crimes como a posse de Bíblias

Recentemente o jovem ditado norte coreano Kim Jong Un conduziu a sua primeira execução pública em massa dos chamados “dissidentes” do regime político imposto atualmente no país. De acordo com o jornal sul-coreano JoongAng Ilbo, 80 pessoas foram mortas pelo Estado em 7 cidades da Coréia no Norte.

Entre os crimes dos quais os dissidentes foram acusados, estão atos como assistir a vídeos de entretenimento oriundos do Sul, distribuir pornografia, portar Bíblias e qualquer outro material considerado subversivo à ditadura comunista. O regime de Pyongyang considera como delito assistir ou contrabandear filmes sul-coreanos, distribuir conteúdos pornográficos, possuir Bíblias ou trabalhar na prostituição.

Kim Jong Un teria ordenado realizar sua primeira execução pública maciça como uma “severa advertência a todas as pessoas”. Esta era uma prática comum de seu pai, Kim Jong Il, de quem Kim Jong Un herdou o controle do sistema político do país.

Segundo o Huffington Post, milhares de cidadãos, incluindo crianças, foram obrigados a assistir às execuções que decorreram no início deste mês em sete cidades do país, entre as quais, Wonsan, Chongjin e Sariwon.

As informações que circulam em meios de comunicação internacionais são de que os réus foram amarrados a postes com a cabeça coberta com sacos brancos, e de que os espectadores “ficaram aterrorizados quando os corpos foram metralhados, a ponto de se tornarem quase irreconhecíveis”. Supostos cúmplices dos executados e suas famílias foram enviadas para campos de concentração.

Conhecido por considerar como crime de traição assistir filmes ou produzidos no exterior, especialmente na Coréia do Sul, o regime norte coreano ganhou a reputação de também executar seus cidadãos por “crimes menores”, como o ativismo religioso.

Por Dan Martins, para o Gospel+