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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Igreja coloca anúncio nos classificados oferecendo vaga para pastor que tenha passado pela Igreja Universal ou pela Mundial

 

Igreja coloca anúncio nos classificados oferecendo vaga para pastor que tenha passado pela Igreja Universal ou pela Mundial

A “Igreja Global do Poder de Deus” colocou um anúncio nos classificados do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba (PR) na sexta-feira (27), oferecendo uma vaga de emprego para pastor. O texto do anúncio pedia ainda que o candidato fosse originário da Igreja Universal ou da Igreja Mundial.

“Precisa-se de pastor para evangelizar que seja originário da Mundial ou Universal – tratar com Bispo Antônio José pelo telefone 41 7XXX-XXXX”, esse era o texto do anúncio que colocava a vaga de pastor na seção de serviços do jornal, como se fosse um anúncio para uma vaga de emprego comum.

Esse anúncio gerou diversas discussões na internet questionando a validade de se oferecer um cargo ministerial como vaga de emprego. Um artigo no The Christian Post falou do caso como mercantilização da fé: “A impressão é que a mercantilização parece ter chegado a tal ponto que a função do ministério já não é considerada como vocação, ou chamado de Deus, mas como uma ocupação devidamente remunerada”.

Ao ler o anúncio o radialista Luiz Carlos Martins ligou ao vivo durante seu programa na Rádio Banda B e conversou com o bispo que oferecia a vaga. Durante a conversa o bispo explicou que a igreja tem sede em Ponta Grossa e estaria “abrindo uma na região metropolitana”, por isso estava pedindo pastor.

Sem detalhar valores o bispo explicou também que a remuneração seria diferente dependendo do estado civil do candidato e que a igreja bancaria também outras despesas, como aluguel, se fosse necessário.

Quando perguntado sobre em qual cidade seria aberta a nova igreja o bispo informou que seria em São José dos Pinhais. O radialista comentou a resposta perguntando: “É bom, porque é uma cidade rica não é?”, ao que o bispo respondeu: “Exatamente”.

Fonte: Gospel+

Jornalista critica atletas que comemoram vitórias no UFC agradecendo a Deus: “Teve o dedo de Cristo aí?”

 

Jornalista critica atletas que comemoram vitórias no UFC agradecendo a Deus: “Teve o dedo de Cristo aí?”

A febre do MMA (Artes Marciais Mistas, em português) no Brasil, que em boa parte se deve aos atletas que ficaram conhecidos através do UFC (Ultimate Fighting Championship) tem proporcionado a atletas cristãos uma visibilidade que não tinham anteriormente.

Existem atletas cristãos nessa modalidade, que é tida como profissão por todos eles. Entre os atletas cristãos, existem brasileiros e de outras nacionalidades. Porém, a mistura religião x MMA tem causado estranheza em algumas pessoas, devido à suposta “violência” do esporte.

O jornalista João Carlos Assumpção escreveu artigo para o jornal “O Lance!” em que ele questiona a relação entre fé e esporte. “Agora, além dos campos de futebol, virou moda também no octógono os brasileiros festejarem suas vitórias louvando Cristo e atribuindo a ele os murros, cotoveladas, pancadas na cabeça e todo o sangue que tiram de seus adversários”, escreve Assumpção.

Mencionando Kaká, o mais conhecido jogador cristão de futebol , o jornalista cita uma polêmica entre o atleta e o comentarista Juca Kfouri, contrário às manifestações de fé no esporte. Ele lembra que ambos “divergiam sobre o marketing religioso que tanto Kaká como outros jogadores da Seleção costumam fazer, provocando até reação da Fifa por conta dos excessos na comemoração da Copa das Confederações que os brasileiros venceram em 2009”, lembrando que o jogador era membro da Igreja Renascer em Cristo. “Pelo que me consta, [Kaká] acabou abandonando depois, o que não quer dizer que tenha deixado de ter fé em Cristo”, frisa o jornalista.

Em sua reflexão, Assumpção lembra que a liberdade religiosa é direito previsto em lei, e levanta dúvidas a respeito da importância da religião para o desempenho esportivo de um atleta: “Somos um país laico e a crença religiosa é um direito de todo cidadão que deve ser respeitado. Mas há algumas coisas que não entendo. O sujeito quebra o maxilar do rival, arrasa seu rosto, abre a testa, tira sangue da orelha, faz o adversário dormir e sai comemorando e agradecendo Jesus, dizendo que o mérito foi dele. Por ter apagado o outro? Teve o dedo de Cristo aí?”, pergunta.

Para o jornalista, o mérito se deve a desempenho e disciplina esportiva, apenas. “Ganha quem treina melhor, aprimora a força física e mental, está num dia mais propício quando sobe ao octógono, desenvolve técnicas de nocaute e finalização, não quem reza mais. Ou quem Cristo quis”, afirma.

Deixando espaço para o debate, João Carlos Assumpção questiona se Jesus não teria coisas mais importantes a fazer além de acompanhar o esporte: “Eu, que sou cheio de dúvidas e tenho poucas certezas na vida, fico indagando aos meus botões se Jesus estaria tão preocupado assim com um jogo de futebol. Com um gol. Com um título. Ou se não teria preocupações maiores, como as enchentes na região serrana do Rio, a fome na África, as guerras, catástrofes e desastres pelo mundo que nem precisamos enumerar”.

Fonte: Gospel+

Filósofo anuncia a construção do primeiro templo ateu do mundo: “Chegou o tempo de os ateus terem a suas versões de grandes igrejas e catedrais”

 

Filósofo anuncia a construção do primeiro templo ateu do mundo: “Chegou o tempo de os ateus terem a suas versões de grandes igrejas e catedrais”

O filósofo Alain de Botton, de 42 anos, anunciou que vai construir em Londres o primeiro templo ateu do mundo. O anuncio foi feito na revista de arquitetura Dezeen, que informou também que o projeto já foi elaborado pelo arquiteto Tom Greenall.

 

Segundo a publicação inglesa o templo será uma torre negra com 46 metros de altura, na qual cada centímetro representará 1.000 anos da idade da Terra. A torre terá também uma lâmina de ouro de um milímetro de espessura em sua base, simbolizando o tempo de vida da humanidade na Terra.

A ideia para construção do templo surgiu do livro recém-lançado pelo filósofo “Religião para Ateus”, onde ele defende que os ateus precisam aprender com os religiosos a se comunicarem com as pessoas de modo a criar “um sentimento de comunidade”. “Precisamos pegar os aspectos bons das igrejas”, disse em entrevista.

Botton indagou à Dezeen: “Por que os religiosos têm os mais belos edifícios?”, ele mesmo respondeu dizendo que “chegou o tempo de os ateus terem a suas versões de grandes igrejas e catedrais”.

O filósofo ressaltou que os ateus precisam aprender com os religiosos: “Mesmo os ateus mais convictos tendem a falar muito bem dos edifícios religiosos. Eles podem ficar chateados com o fato de que nada lhes foi construído até hoje. Mas não há necessidade de se sentir nostálgico, porque basta aprender com as religiões e construir coisas igualmente bonitas e interessantes”.

Ele disse ainda que as religiões sempre souberam que um belo edifício é uma parte indispensável na comunicação de sua mensagem. “Livros por si só não bastam”, completou.

Fonte: Gospel+

Psicóloga cristã Marisa Lobo responde à pastora gay Lanna Holder: “o cristianismo tem regras e princípios a serem seguidos”

 

Psicóloga cristã Marisa Lobo responde à pastora gay Lanna Holder: “o cristianismo tem regras e princípios a serem seguidos”

A psicóloga Marisa Lobo comentou a recente entrevista concedida por Lanna Holder em que a agora pastora de uma igreja inclusiva afirma sentir-se à vontade, feliz e livre da visão fundamentalista das igrejas tradicionais.

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Marisa afirmou que “o fato de se sentir bem, feliz , não significa estar no centro da vontade de Deus. Depende apenas do sistema cerebral de recompensa dado por Deus que estimula hormônios responsáveis pelo bem estar, toda a vez que você realiza um desejo, é dado ao homem independente de sua religião e ou fé”.

Lanna afirmou que em sua igreja Cidade do Refúgio não se impõe o homossexualismo às pessoas. Porém, no texto publicado no blog Nação Pró-Família, a psicóloga cristã Marisa Lobo entende que “a partir do momento que você cria uma doutrina de refugio fora dos princípios de Deus, está induzindo sim, pessoas a acharem que existe libertação fora dos princípios de Cristo é isso é criar um mito, uma heresia. Uma seita”.

Em uma extensa colocação sobre o que entende ser errado por parte de Lanna Holder, Marisa Lobo afirma que questionar a homossexualidade da pastora é algo a ser colocado em segundo plano, frente aos fatos controversos que ela protagonizou.

“Não vou de forma alguma questionar a homossexualidade de Lanna Holder, pois creio ser esse um problema sexual seu, e não devo nem posso achar nada em relação a esse fato que é escolha sua . Porém como cristã e líder de influência me sinto na obrigação de esclarecer algumas coisas e digo que, o maior erro da Lanna, foi pregar sobre libertação do homossexualismo sendo consciente de que não era liberta, e nem acreditava no que a bíblia diz quanto a esse fato, já que a mesma diz claramente que em sua vivência pessoal que entre ela e os seus, o homossexualismo não é pecado, e pregava algo que não vivia. Deveria pregar sobre a luta interior desde início e não usar a igreja e eventos para se promover”, pontua a psicóloga.

Menosprezando o ataque de Lanna às igrejas, Marisa afirma ainda que o grande problema da entrevista concedida pela pastora homossexual é que ao adaptar a Bíblia à sua visão pessoal, ela está fugindo dos princípios bíblicos e seria melhor criar uma nova religião: “A questão na entrevista nem é o valor moral atribuído as igrejas tradicionais, nem se somos exclusivistas ou não, a questão é que não posso de forma alguma adaptar o evangelho aos meus desejos pessoais, pois o cristianismo tem regras e princípios a serem seguidos não é uma questão de doutrina de igreja, e sim de realidade bíblica e princípios cristãos, ou aceitamos ou criamos outra religião outro deus como fazem muitos. Aí pague o preço, mas assuma estar vivendo uma mentira cristã”.

A psicóloga ressalta ainda o tamanho da dificuldade que existe relacionada à sexualidade do ser humano e garante pensar a respeito de uma forma bastante solidária: “Lendo a entrevista fico consternada me solidarizo porque sei que não deve ser fácil resistir aos desejos homossexuais como não deve ser fácil para um padre resistir aos desejos heterossexuais para servir a Deus. Porém muitos renunciam sua sexualidade, acreditando estar no centro da vontade de Deus e deslocam seus desejos, sua sexualidade para a servidão para realizar a vontade do mestre simplesmente por acreditar. Isso é fé”.

Sobre a tese de Lanna, em que a pastora homossexual afirma achar que a doutrina cristã contrária ao homossexualismo é questão de contexto no Velho Testamento, Marisa rebate dizendo que “não podemos interferir nos princípios com nossos ‘achismos’ .O ser humano é tendencioso sempre tenta adaptar a palavra de Deus aos seus desejos, e o faz para sentir culpa.Com essa atitude sempre abri remos precedente, pois tudo pode ser adaptado a nossa vontade. E não a vontade de Deus”.

Marisa frisa que o assunto sexo não se resume ao ato em si, ou à escolha por gêneros: “Temos que ter em mente que sexualidade não se resume em sexo, que nossa libido pode se quisermos ser deslocada para realizações pessoais como cultura, artes, esporte e porque não, para servir a Deus. O ser humano é um todo, sua libido não está apenas na área sexual. É um erro focarmos somente neste aspecto. A vida, a felicidade tem que estar além. Jesus Cristo por acaso teve mulheres? E não era assediado por elas? Com certeza sim, e resistiu, claramente renunciou seus desejos, sublimou e deslocou para servir a Deus pensando na eternidade.

Fonte: Gospel+

Pastora gay Lanna Holder e sua companheira falam sobre seu ministério: “eu não preciso da igreja pra viver o que eu quero viver”

 

Pastora gay Lanna Holder e sua companheira falam sobre seu ministério: “eu não preciso da igreja pra viver o que eu quero viver”

Lanna Holder falou recentemente da igreja inclusiva que lidera, a Cidade Refúgio, e explicou suas opiniões sobre a relação entre a Bíblia e a homossexualidade, em uma entrevista ao Gprime. Junto com sua companheira, Rosania Rocha, falou ainda sobre a visão teológica que as levou a abrir uma igreja que aceita a prática homossexual.

Lanna, que era reconhecida no meio pentecostal, começou falando sobre sua mudança de visão teológica, classificado por ela como disparate: “Esse disparate de visão, saindo de uma visão completamente fundamentalista e indo pra uma visão totalmente inclusiva, na realidade faz menção ao verdadeiro chamando no qual eu me encontro na atualidade”.

Sobre a forma que as igrejas tradicionais abordam a questão da homossexualidade Rosania disse que o assunto é “uma coisa que você tem que estar vivendo na sua pele, pra você conseguir administrar na vida de outra pessoa”. Ela afirmou ainda que os pastores não sabem lidar com o assunto.

Indagadas sobre os trechos da Bíblia que condenam o ato homossexual Lanna afirmou se tratar de uma interpretação fundamentalista e comparou a diferença de interpretação nesses casos com as diferenças que ocorrem na interpretação da grande tribulação.

“Quando Levítico fala sobre a homossexualidade masculina, no mesmo contexto também fala que era abominável comer carne de porco, no mesmo contexto fala que era pecado um homem se deitar com uma mulher no seu período menstrual, no mesmo contexto diz que era abominável uma pessoa vestir uma roupa com tecido misturado; então são coisa que hoje em dia pra gente é normal, e só a questão da homossexualidade continua sendo um tabu, por quê?”, indagou Lanna que completou dizendo que “se a resposta dos fundamentalistas esta em Levítico, então eles tem que guardar toda a lei”.

Lanna falou ainda sobre a promiscuidade homossexual afirmando que isso ocorria porque os gays viviam em guetos por não serem aceitos, e afirmou ainda que a promiscuidade entre heterossexuais é muito maior do que entre gays.

Sobre as críticas recebidas de outras lideranças religiosas, como o pastor Silas Malafaia, Lanna disse que “existem circunstancias que pessoas usam palavras que demonstram muito conhecimento, mas pouca sabedoria; e qualquer conhecimento baseado em questões que não são verídicas, pra mim são conhecimentos sem relevância”.

Quando perguntadas sobre a PLC 122 Lanna disse: “Precisamos um projeto de lei que defenda e que proteja os direitos dos homossexuais; existem algumas clausuras, na PLC 122, que nós acreditamos que elas podem ser revistas, mas não descartamos a necessidade de uma lei que defenda os homossexuais”. Já Rosania argumentou dizendo: “Quando esses pastores se levantam pra falar contra a lei, eles tem que ver como estamos dizendo aqui, tudo tem que ser revisado, não tem que generalizar um fato e lutar contra a lei por que é de ser humano que nós estamos falando”.

Sobre as pessoas que deixaram de cantar suas músicas depois que se assumiu homossexual Rosania diz que são eles que estão perdendo e diz que cada música sua tem uma história com Deus. “Antigamente eu não era uma pessoa bem vista, louvando ao Senhor? Por que eu não posso servir a Deus como uma adoração sincera? Entendeu?!”, questionou.

Sobre existir ou não opção homossexual Lanna afirma que acredita em três causas diferentes para a homossexualidade: pessoas que já nascem homossexuais, pessoas que tem a orientação sexual afetada por traumas de infância, causa que ela acredita ter cura, e aqueles eram heterossexuais mas que já adultos optam por um relacionamento homoafetivo por sentir mais prazer nesse tipo de relação.

Sobre testemunhos de pessoas que afirmam ter sido libertas da homossexualidade elas afirmam não acreditar nessa possibilidade: “existem coisas que Deus não faz, não muda, por que Ele já fez daquela maneira”, afirmou Lanna.

“A igreja inclusiva não é um respaldo para eu viver a minha homossexualidade, até por que eu deixei bem claro para os cristãos os evangélicos do mundo inteiro, que eu não preciso da igreja pra viver o que eu quero viver”, disse Lanna que completou “Eu não faço da igreja um meio de promoção, pelo contrario, eu preferia ficar entregando pizza do que ter essa corja de crentes nas minhas costas”.

A pastora contou também que recebe apoio de muitas pessoas que não se manifestam publicamente a favor delas por causa de seus ministérios, mas que “nos bastidores ligam e falam ‘olha, eu não posso falar na mídia, mas nós estamos aqui pra ajudar no que vocês precisarem; a gente conhece o caráter de vocês e gente sabe que vocês são pessoas de Deus’”.

Sobre as igrejas que pregam que a homossexualidade é pecado Rosania disse que “o povo precisa estudar mais, ler mais a palavra de Deus”, e comparou a postura a igrejas que obrigam a usar saia comprida e proíbem de raspar as pernas.

Fonte: Gospel+

Estudo sobre Perdão

VAMOS FALAR UM POUCO SOBRE PERDÃO.

Vamos falar aqui acerca do perdão, que não é um dos frutos do Espírito, porém, depende da maioria deles ou talvez de todos eles para que se possa ocorrer esse ato.

No dicionário: Perdão: Conceder perdão, renunciar a punir; absolver.

O perdão é mais importante do que se imagina.

Marcos 2:7-11 (RA) "Por quê fala ele deste modo? isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus?... Jesus... disse-lhes: ... Qual é mais fácil, dizer ao paralítico: estão perdoados os teus pecados, ou dizer: levanta-te, toma o teu leito, e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados - disse ao paralítico: Eu te mando: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para a tua casa.

PERDÃO COMO UMA CONDICÃO.

Mat. 6:12 (BLH) "Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos os que nos ofenderam".

Lucas 6:37 (NVI) "Perdoem, e serão perdoados".

Mateus 6:14-15 (NVI) "Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas"

PECAR É HUMANO

Quando somos feridos, abusados, ou insultados a reação da "carne" (a natureza caída) é revidar. Nós maquinamos revanche, ou nos afundamos em amargura. Isto é "humano". Mas Deus requer perdão, senão Ele não nos perdoará. Se não quisermos - ou não pudermos - perdoar, então não há razão para orarmos por perdão , porque Deus nos disse claramente que não o receberemos.

Marcos 11:25 (NVI) E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados"

O QUE NÃO É PERDÃO: O HÁBITO DE SE FINGIR PARA MANTER AS APARÊNCIAS.

Você se lembra quando era criança e algum adulto lhe forçou a "perdoar" alguém que foi forçado a dizer "desculpe-me" primeiro? Isso realmente reflete o arrependimento do ofensor ou é verdadeiro perdão dado pela vítima? Bem, talvez sim, mas em raros casos. Vamos ser honestos e reconhecer que essa encenação das crianças é mais uma tentativa dos adultos de acabar com hostilidades temporariamente, porque elas continuarão com a intenção de se envolver nas mesmas atividades violentas (e não serem pegas) e/ou se vingar mais tarde - quando os adultos não estiverem por perto. Adultos forçam crianças a passarem por essas coisas porque brigas em uma família ou grupo de crianças é prejudicial e insuportável - e também porque querem ensiná-las. E quando há essa encenação, há pelo menos um al! ívio temporário. Mas a dor de Deus é muito mais aguda quando Ele vê nossas brigas uns com os outros, e Sua solução é um pouco mais profunda do que meras palavras, mímicas, ou fingimentos. O Seu alvo não é uma encenação hipócrita, mas sim a verdade que vem de dentro para fora.

Esta encenação de "perdão " frequentemente se estende à vida adulta como um substituto superficial para o verdadeiro perdão. Nós pensamos que se meramente dissermos que estamos arrependidos bastará. Mas, será que Deus é enganado por nós? Será que há um lugar onde podemos escapar dos Seus olhos? Será que Ele não vê o desejo secreto de vingança ou o ódio amargo atrás dos sorrisos? Desde quando Ele fica impressionado com meras palavras, quando em nossos corações a atitude é outra?

Marcos 7:6 (Phi) Jesus replicou, "Hipócritas, Isaías descreveu vocês perfeitamente quando escreveu: 'Estas pessoas me honram com seus lábios, mas seus corações estão longe de mim'. Estes ensinamentos são regras feitas por homens".

NEGAÇÃO É PERDÃO?

A inabilidade de se perdoar verdadeiramente é frequente devido ao falso conceito de que "esquecer é perdoar". Esquecer NÃO é perdoar. Se perdoarmos, nós esqueceremos daquilo que aconteceu. Mas o reverso não é verdadeiro: esquecer não é perdoar - é negar.

Salmo 51:6 (RA) Eis que te comprazes na verdade no íntimo...

Se tentarmos alcançar um perdão falso tentado deliberadamente ignorar a ofensa, estaremos nos enganando e enganando a outros. Mas todas as emoções, maquinações e feridas estão lá - só que colocadas num outro plano através da força de vontade de deliberadamente negar os fatos. Mas ai vemos "aquela pessoa" novamente e toda a amargura e dor se manifesta dentro de nós. Ou em outros momentos - quando esta ginástica mental não pode ser mantida - nós nos pegamos em uma elaborada meditação de vingança ou em crises de fúria e ódio. Então vemos quão profundo e ineficaz este tipo de "perdão " realmente é.

Uma mente contaminada com negação tem um terrível hábito de "explodir" nos momentos mais inoportunos.

I João 2:9 (RA) Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, está nas trevas, e anda nas trevas... A negação é uma mera desilusão - frágil, fingida e superficial. O perdão é algo real - robusto, sólido e profundo. Não é evitar a verdade, mas sim lidar com ela francamente - não se importando o quanto doa. Considere a perspectiva de Deus. Nada está escondido aos Seus olhos - os maus intentos, a lascívia escondida, o dano causado, o escolher aquilo que é errado, etc. Ainda assim, Ele é o Autor e o Criador do perdão. Se formos verdadeiramente perdoar, teremos que fazê-lo de acordo com Seus métodos - e com nossos olhos abertos. Pois aqueles a quem Deus escolhe perdoar, Ele "esquecerá" seus pecados, "não mais se lembrando deles". Contudo, não acusemos o Deus Onisciente de não saber algo, ou de ser ignorante ! quanto a qualquer fato. Ele nos disse que NADA lhe está escondido. Ao invés disso, devemos entender as "figuras de linguagem" e as dinâmicas espirituais de como Deus perdoa.

Hebreus 8:12 (NVI) Pois eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados".

A ordem aqui é essencial. Primeiro o perdão , depois o esquecimento. Enquanto o verdadeiro perdão não acontece, a ofensa continuará entre nós e a pessoa com a qual tivemos problemas, e o mesmo ocorre em relação a Deus. O pecado se coloca entre nós e não pode ser "esquecido" até que lidemos com ele. Se, e quando entrarmos em verdadeiro perdão , podemos considerar a pessoa sem que a "ofensa" esteja entre nós.

Is. 43:25 (RA) Eu, eu mesmo, sou o que apaga as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro mais.

IMPEDIMENTOS PARA PERDOAR: A ENGANAÇÃO DO PECADO

Um outro impedimento ao perdão é que a amargura, a vingança, o ódio, etc. tem um apelo um tanto pervertido. Quem nunca sentiu o intoxicante engano de uma grande maquinação para retribuir um mal recebido? Enquanto sabemos que isso é errado, sentimos grande prazer no momento em que formulamos tais pensamentos.

Efésios 4:26-31 (NVI) "Quando vocês ficarem irados, não pequem". Que o sol não se ponha enquanto vocês estiverem irados, e não dêem lugar ao diabo... Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade.

A VINGANÇA É DO SENHOR... MAS SOMENTE SE ELE AGIR COMO MEU AGENTE?

Romanos 12:19 (NVI) Amados, nunca procurem vingar-se, mas dêem lugar à ira de Deus, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor.

Certamente Deus tem mais poder de lançar ira sobre os nossos inimigos do que nós temos, e certamente Ele vê o mal que nos é feito. Portanto, devemos parar e deixar Ele tomar conta do problema. Mas quando pensamos detalhadamente sobre isso, pode ser que as coisas não ocorram como o homem carnal deseja. Encaremos, Deus tem o hábito de perdoar pessoas e estender Sua grande misericórdia, pelo menos por enquanto.

Então... pode ser que não vejamos fogo cair do céu e consumir aqueles que queremos que recebam a vingança de Deus. Não é que Ele esteja liberando-os através de alguma mágica ou mudança de regras - Ele mesmo recebe a devida punição.

Prov. 24:17 (RA) Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e não se regozije o teu coração quando ele tropeçar.

Mat. 5:44-48 (NBI) Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; somente assim podereis ser filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e vir chuvas sobre justos e injustos. Porque se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Certamente os coletores de impostos fazem o mesmo. E se saudardes somente os vossos irmãos, que há de extraordinário nisso? Até os pagãos fazem o mesmo. Vossa bondade não deve ter limites, assim como a bondade de vosso pai celeste é ilimitada.

Avaliemos o "custo" de deixarmos Deus lidar com nossos "inimigos". Ele pode abençoá-los, prosperá- los, e salvar suas almas eternamente - ao invés de matá-los com um raio. Pois Deus é assim, e é o que Ele tem feito até agora. E pode ser que isso não satisfaça nossa vontade. Se "abrirmos mão" e deixarmos Deus agir, pode ser que Ele perdoe, abençõe e ame aqueles contra quem maquinamos e espumamos de raiva, e pode ser que ainda nos dê o mesmo tipo de atitude "tola" (I Cor. 1:25).

Lucas 17:3-5 Sejam cuidadosos em seu viver. Se um irmão te ofender, repreende-o e, se ele se desculpar, perdoa-lhe. Sim, se ele te ofender sete vezes em um dia e vier até você e disser, 'Me desculpe' sete vezes, você deve perdoá-lo. E os apóstolos disseram ao Senhor, 'dá-nos mais fé'.

É HUMANAMENTE POSSÍVEL CONCEDER O VERDADEIRO PERDÃO?

Há um ditado que diz: "Errar é humano, perdoar é divino". Há uma certa verdade neste ditado.

Lucas 7:49 (RA) Os que estavam com ele à mesa, começaram a dizer entre si: Quem é este que até perdoa pecados?

Pois aquilo que "parece certo ao homem" (Prov. 16:25) é a vingança. Se a ofensa não é vingada, aquele que ofendeu não é estimulado a praticar mais ainda o seu comportamento? E a justiça onde fica? O perdão é "eficaz" num nível meramente humano? O que aconteceria com nossa sociedade se todos REALMENTE agissem assim? "Amar os nosso inimigos" é algo que apela à nossa sensibilidade? Isso faz sentido para o homem natural?

O QUE É MAIS FÁCIL?

Talvez o maior empecilho para o perdão é a idéia que temos de que podemos alcançá-lo e dá-lo com nossas próprias forças - que perdoar é uma qualidade humana. A verdade é que somos tão capazes de curar alguém sobrenaturalmente em nossa própria força... assim como somos capazes de perdoar. Qual é mais fácil?

Mateus 9:5-6 (NVI) Que é mais fácil dizer: 'Os seus pecados estão perdoados', ou: 'Levante-se e ande'? Mas para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados" -- disse ao paralítico: "Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa".

AQUILO QUE SOMENTE DEUS PODE FAZER

Quando Deus diz que deviríamos fazer algo que está razoavelmente dentro de nossa capacidade, podemos erroneamente nos esforçar na carne ao invés de sermos obedientes à direção do Espírito. Mas quando ouvimos Ele dizer algo que é impossível ou impraticável, como "ser perfeito" (Mat. 5:48), nos desesperamos e reconhecemos que é somente pela graça que somos salvos - através da fé no único que tem as qualidades que Deus requer. Pois estamos nos referindo a coisas que só Deus pode fazer. Se a "perfeição" não nos é dada por Cristo, nunca a alcançaremos sozinhos.

João 15:5 (RA) "...Sem mim nada podeis fazer".

Na escala de coisas que Jesus disse que deviríamos fazer, talvez logo abaixo de Seu mandamento para sermos "perfeitos", esteja o perdão , algo também impossível de alcançarmos por nós mesmo.

Temos que reconhecer que só Deus pode perdoar. Não é algo humanamente POSSÍVEL. Se alcançarmos perdão, será porque a natureza do próprio Deus nos foi imputada. E este é o segredo do perdão - perdão é algo divino.

Lucas 5:20-21 (NVI) Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse: "Homem, os seus pecados estão perdoados". Os fariseus e os mestres da lei começaram a pensar consigo mesmos: "Quem é esse que blasfema? Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?"

EXPERIENCIANDO DEUS

Assume-se que todo crente terá uma experiência com o verdadeiro perdão, ainda que seja vicariamente, através de um filme, livro, ou história. E na extensão das emoções humanas, o verdadeiro perdão pode ser classificado como um dos mais doces sentimentos e que traz mais prazer a um ser humano. Corrie Ten Boom descreveu o que vem após o perdão como "uma inundação de alegria e paz". O jugo de amargura é removido, há um senso de justiça sobrenatural, conflitos são substituídos com tranquilidade, e o amor inunda aquele lugar antes ocupado pelo ódio. Isto não é por acaso; é a própria natureza de Deus se manifestando por dentro de nós. É graça em operação, pois a única maneira de se perdoar é ter Sua vida em nós. Tudo o mais é encenação, negaç&! atilde;o, ou rendição ao pecado.

Que possamos ser ainda mais encorajados com este aspecto de "Cristo em nós", agora que experimentamos e vimos que o Senhor é bom.

Há muitos cristãos que estão a procura de reavivamentos falsos, indo de um lugar para outro, auto proclamando-se espirituais e "ungidos", e seguindo qualquer vento de doutrina para ter um pouco de emoção espiritual. Contudo, o que frequentemente as pessoas não tentam fazer é andar no caminho de obediência estabelecido por Deus. Você quer ter experiências com Deus? PERDOE. Você quer sentir a Sua presença e poder fluindo pelo seu corpo, em um emocionante momento de encontro sobrenatural? PERDOE.

O QUE O NOSSO ESPÍRITO RECEBE NATURALMENTE

Mateus 6:12 (NVI) Perdoa as nossas dívidas, ASSIM COMO perdoamos aos nossos devedores.

Em outras palavras, este negócio de perdão deveria ser algo normal e intuitivo para os cristãos. E é.

A graça opera em nós através do poder do Espírito Santo. É como a pressão d'água de uma torneira - nós somos a mangueira da qual a água deveria fluir. Se nós estivermos ligados, o poder não é nosso, mas as águas de vida podem seguir seu percurso em e através de nós, porque estamos ligados na fonte.

Contudo, ocasionalmente, o perdão pode se tornar ilusivo, até mesmo parecer impossível. A mangueira foi obstruída em algum lugar. Não é como se Deus estivesse falhado, ou que não sabemos agir de outra forma. Simplesmente não podemos - por qualquer razão - entrar em obediência. Se isto ocorrer, aqui vai um conselho Bíblico prático para que você encontre o fluir da natureza de Deus e do Espírito em e através de você. O caminho do perdão deveria ser "automático" para aqueles que nasceram de novo.

LEMBREMOS DO QUE ELE NOS PERDOOU

Mateus 18:21-35 (NVI) Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: "Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?" Jesus respondeu: "Eu lhe digo: não até sete vezes, mas até setenta vezes sete. "Por isso, o Reino dos céus é como um rei que desejava acertar contas com seus servos. Quando começou o acerto, foi trazido à sua presença um que lhe devia dez mil talentos. Como ele não tinha condições de pagar, o senhor ordenou que ele, sua esposa, seus filhos e tudo o que ele possuía fossem vendidos para pagar a dívida. "O servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: 'Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo'. O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir.

Mat. 18:28-35 (NVI) "Mas quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: 'Pague-me o que me deve!' "Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou- lhe: 'Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei'. "Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar a seu senhor tudo o que havia acontecido. "Então o senhor chamou o servo e disse: 'Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?' Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia. "Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês n! ão perdoar de coração a seu irmão".

Este servo errou no que diz respeito a ESQUECER do tratamento misericordioso que recebeu de Seu mestre. Ele se ESQUECEU do grande pecado que lhe fora perdoado.

II Ped. 1:9 (RA) Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora.

Diferentes pessoas e professores tem opiniões e palpites variados sobre perdão . Mas, segundo a revelação Bíblica, o esquecimento parece ser a PRINCIPAL razão pela qual cortamos o fluir sobrenatural do perdão em nossas vidas. Nós precisamos menos de perdão do que aqueles a quem julgamos e não perdoamos? Será? Será que já esquecemos a grande misericórdia demonstrada por Deus para conosco?

Lucas 18:9-14 (NVI) A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola: "Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava consigo mesmo: 'Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho'. "Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: 'Deus, tem misericórdia de mim, que sou um pecador'. "Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado".

Mateus 5:21-22 (NVI) "Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: 'Não matará's', e 'quem matar estará sujeito a julgamento'. Mas eu lhes digo que qualquer que ficar irado contra seu irmão estará sujeito a julgamento...

I Sam. 16:7 (RA) ... o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração.

AUTORIZADOS PELA GRAÇA... NÓS PODEMOS FAZER O QUE DEUS FAZ...

Col. 3:12-13 (Jer) Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados, revesti-vos de sentimentos de compaixão, de bondade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos mutuamente, se alguém tem motivo de queixa contra o outro; como o Senhor vos perdoou, assim também fazei vós.

I Ped. 3:9 (NBI) não paguem o mal com o mal, ou abuso com abuso; ao contrário, retaliem com bênçãos, pois uma bênção é a herança para a qual vocês foram chamados.

Lucas 6:27-37 (RA) Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam... Como quereis que os homens façam, assim fazei- o vós também a eles. Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso... Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem... e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também é o vosso Pai... perdoai, e sereis perdoados".

Efes. 4:31-32 (Phi) Que não haja mais ressentimento, amargura ou ira, que não haja mais gritaria e calúnia, e que não haja qualquer tipo de sentimentos maus entre vocês. Sejam bons uns para com os outros e compassivos. Estejam tão preparados para perdoar as pessoas, assim como Deus, por amor a Cristo, perdoou vocês.

Rom. 12:17-21 (Phi) não torneis a ninguém mal por mal. Que o comportamento público de vocês esteja acima de qualquer crítica. No que diz respeito à sua responsabilidade, viva em paz com todos. Nunca faça vingança com suas próprias mãos, meus queridos amigos: afastem-se e deixem Deus punir, se Ele quiser. Pois está escrito: "A mim pertence a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor. E também está escrito: "Se o teu inimigo estiver com fome, dê-lhe de comer; se ele estiver com sede, dê-lhe algo de beber. Em assim fazendo, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça". Que vocês não se deixem vencer pelo mal. Tomem a ofensiva - vençam o mal com o bem!

Perdoe, principalmente a você mesmo!!!

Algumas fontes de pesquisa:

WWW.estudosdabiblia.net

WWW.vivos.com.br

WWW.actos2.org.br

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Políticos evangélicos condenam possível liberação da maconha no Brasil

 

Políticos evangélicos condenam possível liberação da maconha no Brasil

Na tarde da última sexta feira (20), o Pastor e Deputado Marco Feliciano (PSC), o deputado Eduardo Cunha (PMDB), a psicóloga Marisa Lobo e o Twitter contra a PLC 122 reverberaram um texto do colunista Merval Pereira do O Globo sobre a possível legalização da maconha no país pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O movimento foi iniciado pela psicóloga Marisa Lobo, que trabalha com dependentes químicos, e foi imediatamente apoiada pelo Twitter @contraPL122. Outros conhecidos líderes evangélicos que ajudaram a divulgar o artigo foram os deputados Marco Feliciano e Eduardo Cunha, membros da bancada evangélica na Câmara dos Deputados.

Segundo o texto do colunista o “STF decidiu deliberar, ainda neste ano de 2012, sobre a descriminalização do consumo de maconha, e tudo indica que a maioria do plenário tenda a favor”. Pereira comenta ainda que “o Supremo tem se colocado na vanguarda da sociedade brasileira no campo dos costumes ao aprovar, nos últimos tempos, questões polêmicas como a união estável entre homossexuais e a permissão da defesa pública da legalização da maconha, retirando desse movimento o caráter de apologia de crime”.

Na liderança da luta pela descriminalização do consumo da maconha está a ONG Viva Rio, apoiando o trabalho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pela regulamentação do uso da maconha. Além da descriminalização do uso a Viva Rio luta, de acordo com o artigo, em prol do “chamado “pequeno traficante”, aquele que vende drogas para garantir seu consumo, que na opinião desses especialistas não deveria ser preso, mas ressocializado”.

Sob a bandeira da defesa da família esses líderes evangélicos divulgaram o texto sobre a legalização da maconha com o objetivo de mobilizar seus seguidores contra a possibilidade do STF descriminalizar o uso da maconha e até mesmo contra a possibilidade de regulamentar o uso da droga no Brasil.

Fonte: Gospel+

Pastor Silas Malafaia afirma que crente que assiste BBB tem que se converter de novo

 

Pastor Silas Malafaia afirma que crente que assiste BBB tem que se converter de novo

Diante das diversas polêmicas envolvendo o Big Brother Brasil, vários líderes religiosos têm se manifestado sobre o assunto. E depois do Ministério das Comunicações ter se manifestado, em comunicado oficial, informando que pode até interromper os serviços da emissora, caso realmente tenham sido exibidas cenas de estupro no programa, as manifestações de líderes religiosos tem aumentado.

Em seu site Verdade Gospel o líder da Igreja Assembleia de Deus, Vitória em Cristo, pastor Silas Malafaia, falou sobre o assunto e chegou a dizer que se algum cristão assiste ao programa ele precisa “se converter de novo”.

“O Big Brother é um lixo. Como é que tem crente que ainda perde tempo com isso? Tem que se converter de novo”, afirmou o pastor.

Malafaia criticou também a grande audiência que o programa, classificado por ele como lixo, tem recebido: “Esse programa está promovendo a baixaria, a imoralidade, e tudo o que há de mais destrutivo para a sociedade. É explícito o incentivo a bebedeira, sensualidade, promiscuidade e infidelidade. Onde vamos chegar quando um programa baixo, ridículo e imoral como este, é um dos campeões de audiência no nosso país?”.

Além de Silas Malafaia outros pastores e lideranças religiosas tem se manifestado sobre o assunto. A Igreja Presbiteriana lançou um blog para tratar do assunto e o pastor Gilson Bifano, do portal Click Família, falou ao site de Malafaia afirmando que “é hora de todas as denominações se pronunciarem” e que os cristãos precisam “cobrar do governo, não a censura, mas um posicionamento”, segundo ele “o Ministério Público deve investigar o que houve e punir severamente a emissora”.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

HISTÓRIA DOS BATISTAS NACIONAIS

 

 

HISTÓRIA DOS BATISTAS NACIONAIS

 

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Embora eu não seja um pastor batista nacional, estudei em um seminário dessa convenção, logo para dar a devida honra ao mesmo publico aqui uma um trabalho que fiz sobre a história dos batistas nacionais.

APRESENTAÇÃO

          Esperamos em Cristo que este trabalho, por singelo que seja, consiga atingir o fim proposto. Nosso intuito, é que, de forma resumida, contudo satisfatória, possamos traçar a linha histórica da denominação batista nacional. Sem sombra de dúvida, este é um conhecimento necessário, pois percebemos que muitos irmãos em Cristo que congregam em suas respectivas igrejas, pouco ou nada sabem sobre a doutrina e história da mesma.

          Defendemos que deveria haver uma divulgação maior da história das denominações nas igrejas, dessa forma todos teriam conhecimento melhor de suas raízes cristãs dentro da denominação, e assim, fortalecer a identidade denominacional.

          Sentiremos-nos deveras satisfeito se um dia algum batista nacional ler este breve relato e tenha um acréscimo em seus conhecimentos.

          Outrossim, as lacunas que podem ser percebidas por aqueles que já tem um amplo conhecimento do assunto devem-se ao fato de que nosso intuito não é ser exaustivo e prolixo, além evidentemente da limitação de tempo, fontes e conhecimentos.

          A Cristo toda glória!!!

INTRODUÇÃO

          Pra que possamos entender bem o que somos hoje é necessário que saibamos o que fomos ontem e qual foi nossa trajetória para chegar ao hoje.

          A denominação batista, tanto a brasileira quanto a nacional é muito relevante ao cenário evangélico do país.

          Teria surgido os batistas dos separatistas ingleses? Ou dos anabatistas? Ou podemos sustentar que esse povo sempre existiu, desde os tempos de Jesus?

          A Convenção Batista Nacional surgiu de forma traumática, quando da expulsão em 1965 de 32 igrejas da Convenção Batista Brasileira, simplesmente por crerem de forma diferente a respeito de dons espirituais. Essas pessoas foram alvo do que poderíamos chamar de “ódium theologicum”. Mas Deus levantou paladinos da fé para guiar esse povo. Destaca-se então as pessoas dos pastores Enéas Tognini e José do Rego Nascimento.

O SURGIMENTO DOS BATISTAS

          Há três teorias sobre a origem dos batistas. Tenhamos em mente que são teorias, portanto, nenhuma delas pode ser defendida com certeza absoluta como verdade final acerca da origem batista. Porém, evidentemente todo estudioso do assunto haverá de fazer opção por uma delas.

A Teoria J. J. J. (Jerusalém-Jordão-João)

          Segundo essa teoria o surgimento do povo batista não tem nenhum elo com a Reforma Protestante em termos históricos. Pelo contrário, os batistas sempre estiveram presentes na história da igreja, até mesmo em tempos de grande corrupção da mesma, pois Deus sempre preservou um povo fiel a Ele. Esse povo, advoga os defensores dessa teoria, eram os batistas. Os batistas então existem desde muito antes da Reforma, na verdade, teve sua origem nos tempos de Jesus. Presume-se que o nome batista seja oriundo justamente de João Batista, que batizava no rio Jordão, e pela forma de imersão como crêem os batistas.

          O problema com essa teoria é que carece de uma linha histórica coesa. É na realidade, pouco convincente. É bem verdade que em meio aos tempos difíceis de desvios doutrinário e moral sempre houve aqueles que permaneceram em conformidade com as Sagradas Escrituras. Porém, rotular essas pessoas de batistas é injustificável historicamente, para dizer o mínimo. Das três teorias parece ser a mais simplista e incongruente.

A Teoria do Parentesco Espiritual (Anabatistas)

          Esta teoria vai fazer uma associação entre os batistas e os anabatistas do século XVI no que tange à origem daqueles. O movimento radical de reforma anabatista, que esteve presente em alguns países; na Suíça sob a liderança de Conrad Grebel (1498 – 1526), na Alemanha tendo como líder Balthasar Hubmaier (1481 – 1528), e na Holanda com Menno Simons (c. 1496 – c. 1561); tinham doutrinas radicais que desafiavam tanto os católicos quanto os protestantes. Pregavam eles contra o batismo infantil por entenderem não haver base bíblica para o mesmo, a comunhão dos bens, a completa separação da igreja e o estado, negavam o pecado original e houve tentativas de previsão da volta de Cristo. Evidentemente, houve vários grupos anabatistas, e embora tivessem algumas doutrinas em comum também divergiam entre si em alguns pontos teológicos. Por conseqüência de suas doutrinas foram tidos por hereges tanto por católicos quanto por protestantes. Sofreram terrível perseguição. Muitos foram forçados a pular de penhascos, condenados à morte por afogamento, queimados em estacas, enforcados.

          Sem dúvida podemos afirmar que o conceito de igreja livre dos anabatistas influenciou os batistas. A teoria que os batistas tiveram sua origem com os anabatistas é bastante plausível.

A Teoria dos Separatistas

          Por fim, esta teoria afirma que os batistas tiveram sua origem dos separatistas ingleses no século XVII. Ao contrário do que o título parece supor, “separatistas”, este acontecimento deu-se em plena paz. E por ser uma época de perseguição religiosa, foi vantajoso essa divisão para facilitar a realização das reuniões.

          A primeira igreja batista inglesa, composta de cidadãos ingleses, surge fora da Inglaterra, na Holanda em 1608, com uma teologia arminiana e ainda sem repudiar o batismo infantil.

          Por volta de 1611, surge a primeira igreja batista inglesa em solo inglês. Sustentavam o batismo por infusão e mantinham doutrinas arminianas com as quais tinham se familiarizado na Holanda. Ficaram conhecidos como Batistas Gerais. A primeira igreja batista inglesa em solo inglês surgiu do grupo congregacional separatista. Em 12 de setembro de 1633, surgiu a 1ª Igreja Batista Particular da Inglaterra, em uma separação programada e sem trauma. O principal motivo da separação foi que esse grupo não aceitava o batismo infantil, por entender que para ser batizada a pessoa tinha que se arrepender de seus pecados, e confessar a Jesus Cristo como salvador. Esse batismo deveria ser feito por imersão. No que diz respeito à Soteriologia, mantinham uma teologia calvinista que pregava uma expiação só para os eleitos. Os batistas norte-americanos têm seus antecedentes neste grupo.

          Das três teorias aqui apresentadas esta parece ser a mais plausível historicamente

OS BATISTAS NO BRASIL

          Pode-se afirmar que a presença dos batistas no Brasil teve como impulso o crescimento dos batistas dos Estados Unidos na obra missionária, bem como movimentos avivalistas nos séculos XVIII e XIX. Em 1814, houve na cidade de Filadélfia, a Convenção Geral da Denominação Batista dos E. U. A. para Missões Estrangeiras, a chamada Convenção Trienal, por se reunir de três em três anos. Essa convenção impulsionou as missões estrangeiras. O primeiro missionário batista no Brasil, Thomas Jefferson Bowen, não veio ao Brasil de forma planejada para estabelecer uma igreja. Ele tinha sido enviado à África, mas por motivo de saúde teve que deixar seu campo missionário e vir para o Rio de Janeiro em 1860. Em 1861 retornou aos Estados Unidos.

          Nessa época os imigrantes protestantes recebiam bastante apoio do governo imperial, pois eles eram mão-de-obra qualificada que de alguma forma viria a ser benéfica ao país.

          Quando a obra batista iniciou-se oficialmente com os nacionais já havia trabalhos estruturados de outras denominações protestantes. O missionário presbiteriano A. G. Simonton aportou no Rio de Janeiro em 12 de agosto de 1859. Em 12 de janeiro de 1862 foi oficializada a Primeira Igreja Presbiteriana no Rio de Janeiro, com dois membros.

          Os primeiros missionários batistas enviados pelos batistas americanos para fundarem trabalhos batistas no Brasil foram Bagby e Taylor. A cidade escolhida por eles depois de um período de oração na busca por orientação divina foi a cidade de Salvador. O missionário Bagby explica em uma correspondência à Missão Americana (Junta Richmond) os motivos que o levaram a escolher a cidade de Salvador:

1. Era uma cidade bastante populosa.

2. Era também bastante povoada a região que cercava a cidade.

3. Era ligada por mar com outros pontos importantes, e também ligada a cidades e vilas do interior pela baía, pelos rios e por duas linhas de estrada de ferro.

4. Era um campo quase desocupado: enquanto no Rio havia sei ou oito missionários de outras denominações evangélicas, na Bahia havia apenas dois presbiterianos. Além disso, aparentemente não havia qualquer obreiro nacional na Província da Bahia, enquanto no Rio de Janeiro e em São Paulo, havia além de missionários, bom número de obreiros nacionais.

          A primeira igreja batista brasileira se instalou em Salvador em 15 de outubro de 1882, com cinco membros, dentre eles o ex-padre da Igreja Católica Romana, Antônio Teixeira de Albuquerque. A seguir a ata de instalação da igreja:

Acta Primeira da Secção de Installação da Primeira Igreja Batista na cidade da Bahia. No dia 15 de Outubro de 1882 da era christã, estando presentes nesta cidade da Bahia, no,lugar denominado Canella, às 10 horas da manhã os abaixo assignado, membros da Igreja Batista de Sta. Bárbara, na província de São Paulo, tendo se retirado daquela província para esta, unirão-se à Igreja Batista fazendo a sua installação legalmente. São os seguintes: Senr. Antonio Teixeira de Albuquerque,  Senr. Z. C. Taylor, Da. Catharina Taylor, Senr. W. B. Bagby, Da. Anna L. Bagby.

Com a expansão da obra batista foram fundadas as seguintes igrejas:

1ª Igreja Batista do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1884;

1ª Igreja Batista de Maceió, em 17 de maio de 1885;

1ª Igreja Batista do Recife, em 04 de abril de 1886; e

1ª Igreja Batista de São Paulo, em 04 de julho de 1899.

Batistas Memoráveis

          Antônio Teixeira de Albuquerque (1840 – 1887) e José Manoel da Conceição (1822 – 1873) foram dois homens que se destacaram grandemente por fazerem oposição ao catolicismo tão predominante em nossa nação. Herdaram os sentimentos anticatólicos dos missionários norte-americanos e fizeram oposição verbal e escrita à igreja romana. Os protestantes na época sofreram oposição não apenas verbal, mas também física.

          Zachary Clay Taylor (1850 – 1919), jornalista, editor e escritor, mais propriamente jornalista e editor que escritor. Sua mais importante contribuição foi a tradução de “A origem e historia dos batistas”, de S H Ford (1886), pois ele traduz desse livro a Confissão de Fé de New Haspshire, confissão que viria a se tornar padrão entre os batistas mesmo sem ser oficializada.

          Salomão Luiz Ginsburg (1867 – 1927) pode ser considerado como um dos mais influentes formadores da teologia batista brasileira. Sua grande contribuição foram os muitos hinos que escreveu e que vieram a compor o Cantor Cristão, que teve sua primeira edição em 1891. Escreveu sua autobiografia “Um judeu errante no Brasil” e alguns folhetos.

          William Edwin Entzminger (1859 – 1930), foi o primeiro doutor em teologia entre os batistas no Brasil. Deu sua contribuição literária escrevendo livros como: “Haverá Bíblias falsas” (1897), “O poder do alto” (1904) e “A prática da oração”. Traduziu e ou escreveu 68 hinos, fundou o Jornal Batista, ao qual dirigiu por vinte anos.

          Alva Bee Langston (1878 – 1965), possivelmente o maior teólogo da história dos batistas. Autor de “A democracia batista” (1917), “O princípio de individualismo em suas expressões doutrinárias” (1933), “Esboço de Teologia Sistemática” (1959), “A doutrina do Espírito Santo”, “Noções de ética prática”,“Teologia Bíblica do Velho Testamento” (1938) e “Teologia Bíblica do Novo Testamento” (3ª Ed.: 1938).

          Willian Carey Taylor (1886 – 1971). Assim como Langston, era leitura obrigatória para candidatos ao pastorado. Era polemista, mas não focalizava os católicos, debateu com outros protestantes, inclusive com batistas. Escreveu diversos livros: “Doutrinas” (1928), comentários ao evangelho de João (1943 -1945), à epistola de Tiago (1942) e à epístola aos Gálatas (1945). Muito importante foi sua gramática grega “Introdução ao estudo do Novo Testamento” e “Manual das igrejas” 5ª ed.: (1957)

          Asa Routh Crabtree (1889 – 1965) e Antônio Neves de Mesquita (1908 – 1978) escreveram comentários bíblicos. Dentre os comentários de Crabtree merece destaque o comentário ao livro de Isaías, escreveu também uma gramática hebraica (1951) e “Teologia bíblica do Velho Testamento” (1956). De Mesquita merece destaque “Povos e nações do mundo antigo” (1954), “A doutrina da Trindade no Velho Testamento” (1956) e “A revolta dos anjos”(1975).

          Merecem menção outros nomes como: Reinaldo Purim (1897 – 1989), José Pereira dos Reis (1916 – 1991), Delcyr de Souza Lima, Aníbal Pereira Reis (1942 – 1987), Emílio Warwick Kerr, Alberto Augusto, Werner Kaschel, Russel Shed, Darci Dusilek, Almir dos Santos Gonçalves Jr., e outros.

Controvérsias Teológicas

          À partir do início do século XX, houve algumas controvérsias que refletiam a situação e os problemas que as igrejas batistas brasileiras enfrentavam. Sempre houve uma luta travada contra o catolicismo. Mas houve também controvérsias particulares, como a questão do princípio da laicidade do estado. Podemos dizer que se iniciou devido ao decreto de Getúlio Vargas em maio de 1931 que colocava, ainda que de modo facultativo, o ensino religioso em escolas públicas. Pastores e intelectuais batistas se opuseram tomando como base o princípio batista da separação entre a igreja e o estado. Entendiam que o ensino religioso na escola pública feria o princípio da laicidade do estado. O assunto foi amplamente discutido no “Jornal Batista”.

          Houve uma controvérsia mais administrativa que teológica, nas décadas de 20 a 40, era a tomada de consciência de que os brasileiros eram capazes de administrar os negócios da denominação no Brasil sem a interferência dos batistas norte-americanos. Tal controvérsia, porém, não causou uma ruptura com a tradição norte-americana.

          Através da imprensa periódica foi discutida com os presbiterianos a questão do batismo, se o batismo conforme a Bíblia é por imersão ou aspersão. Os batistas, logicamente, entendiam ser por imersão, enquanto os presbiterianos por aspersão, posições teológicas que permanecem na íntegra em nossos dias.

          A Ceia do Senhor também foi discutida, externa e internamente. A maioria dos batistas entendia que a ceia deveria ser ministrada apenas aos da denominação, “ceia restrita”, embora não tenha se tornado uma prática uniforme. É lamentável que ainda hoje haja quem defenda tal posição.

          A discusão em torno da perseverança dos santos foi travada, principalmente, por Robert Bratcher, através do Jornal Batista, e W. C. Taylor, por meio de livros. Bratcher defendia a perca da salvação, à partir da Epístola aos Hebreus. Taylor, por sua vez, defendia a eleição segundo a doutrina calvinista. Desse embate teológico, Taylor saiu vitorioso, e tornou-se dogma para os batistas de então que salvação não se perde. Bratcher se viu obrigado a deixar o Brasil.

          A controvérsia teológica mais importante da história batista com certeza foi sobre a questão do batismo com o Espírito Santo. Provocou o único racha na história da denominação. (Aludiremos a este assunto mais adiante, antecipamos, porém, a posição oficial da Convenção Batista Brasileira a respeito desse assunto:)

“A crença no batismo no Espírito Santo como uma segunda bênção, ou  seja, como uma segunda etapa na vida cristã, ou seja, ainda, como uma nova experiência posterior à conversão, não encontra base nas Escrituras.”

A obra de Renovação Espiritual

          No início do século XX chegou ao Brasil o movimento pentecostal através de campanhas realizadas por missionários vindos do exterior. O missionário italiano Luis Francescon chegou ao nosso país em 1908 ou 1910. Presbiteriano, veio ao Brasil com um grupo de imigrantes italianos vindos de Chicago, Estados Unidos. Ele fundou a primeira igreja penstecostal no Brasil, a Congregação Cristã do Brasil. Não demorou muito para surgirem outras igrejas pentecostais, tais como a Assémbéia de Deus, O Brasil para Cristo, Deus é Amor, Casa da Bênção, Maranata, Cruzada Brasileira de Evangelização.

          O movimento pentecostal caracteriza-se pela crença no batismo do Espírito Santo  como uma segunda bênção, posteior à conversão, que capacita o homem à obediência. Prega a conteporaneidade dos dons espirituais, sobretudo o dom de curas e batismo do Espírito Santo, que evidencia-se pelo dom de falar em “línguas estranhas”.

          No meio batista, como conseqüência natural do movimento pentecostal, houve o que ficou conhecido como movimento de “Renovação Espiritual”. Este movimento teve como proponentes iniciais a Sra. Rosalee Mills Appleby, o Pr. José Rego do Nascimento e o Pr. Enéas Tognini.

          No âmbito batista não eram apenas as igrejas a serem influenciadas pela doutrina e prática pentecostais, até mesmo o Seminário do Sul, no Rio de Janeiro foi impactado pelo carimatismo de Renovação Espiritual. Em uma carta dirigida ao Pr. Enéas Tognini,* o Pr. José do Rego Nascimento faz relatório de reuniões realizadas naquele seminário com o corpo discente do mesmo e o Pr. Rego Nascimento e outros. Nestas reuniões os seminaristas foram norteados por experiências pentecostais. É digno de nota que essas reuniões realizaram-se sem o conhecimento e aprovação do então Reitor da instituição, Pr. A. Bem Oliver. A posterior reprovação do seminário a essas reuniões e ao pentecostalismo seria apenas o início do que estava prestes a acontecer na denominação.

O lamentável racha

          Depois de muita discussão e brigas internas na denominação, a Convenção Batista Brasileira designa uma comissão de treze dos seus mais influentes pastores para estudar e apresentar um trabalho analisando o pentecostalismo à luz das Escrituras, para que assim a denominação pudesse tomar uma decisão final sobre as igrejas que vinham aderindo a Renovação Espiritual. Esta comissão, conhecida como Comissão dos 13, deveria trabalhar com o seguinte critério: três defenderiam Renovação Espiritual; José Rego do Nascimento, Aquiles Barbosa e Enéas Tognini; três contra Renovação Espiritual; Harald Schaly, Delcyr de Souza Lima e Reinaldo Purim; e sete para julgar; João Filson Soren, David Mein, Werner Kaschel, José dos Reis Pereira, David Gomes e Thurman Bryant, presididos por Rubens Lopes. Enéas Tognini, em seu livro “História dos batistas nacionais” alega que o critério acima estabelecido não foi seguido, no final todos os que não estavam a favor de Renovação acabaram julgando. Ademais, nem Enéas Tognini, nem José do Rego puderam levar adiante seus trabalhos devido a outras atividades. Segue a seguir alguns parágrafos, na íntegra, da “Declaração Final da Comissão dos Treze”.

1. “A crença no batismo no Espírito Santo como uma segunda bênção, ou  seja, como uma segunda etapa na vida cristã, ou seja, ainda, como uma nova experiência posterior à conversão, não encontra base nas Escrituras.”.

*TOGNINI, Enéas – História dos batistas nacionais. 2ª ed. 1993, Convenção Batista Nacional, Brasília – D. F. (p. 21).

          2. “Plenitude do Espírito Santo” não é o mesmo que “Batismo no Espírito Santo. E, antes, um estado espiritual ao deve e pode chegar o crente, estado este que se caracteriza por inteira dependência e obediência à vontade do Espírito Santo de Deus e pela capacitação para a realização de Sua obra.”.

          6. “A ênfase dada à doutrina do batismo no Espírito Santo como sendo uma segunda bênção tem originado os seguintes abusos, que, sinceramente, deploramos: 1) A realizações de reuniões que se notam os mesmos erros próprios que de reuniões pentecostais, isto é, a confusão no ambiente, a gritaria, os descontroles físicos, o falar línguas e outros excessos de emocionalismo. 2) Uma atitude de orgulho espiritual, que não quer admitir opiniões opostas e que classifica de carnais e mundanos os que não participam das mesmas emoções e experiências. 3) Tentativas ostensivas ou veladas de proselitismo entre outras igrejas.”

        A referida comissão deu três recomendações, transcreveremos a terceira.

3. “Que as igrejas e pastores que se tenham afastados das doutrinas batistas e se aproximado das doutrinas pentecostais sejam convidados com todo o amor a um reestudo de sua posição à luz do parecer ora apresentado. Caso persistam em manter pontos de vista contrários à posição doutrinária sustentada pela Convenção Batista Brasileira, sintam-se à vontade para uma retirada pacífica e honrosa, em benefício da paz da causa de Deus. Tam recomendação se limitam àqueles que fazem de suas convicções divergentes motivo de atividade ostensiva, provocando inquietação, confusão e divisão.”

São Paulo, 10 de Outubro de 1963

Rubens Lopes, Presidente

Werner Kaschel, secretário

Achilles Barbosa, com restrições

David Gomes

David Mein

Delcyr de Souza Lima

Harald Schaly

José dos Reis Pereira

Reinaldo Purim

João Filson Soren

          Dessa forma, pela falta de tolerância e compreensão e de modo talvez precipitado, houve um racha que poderia muito bem ter sido evitado.

A HISTÓRIA DOS BATISTAS NACIONAIS

Convenção Batista Nacional

          Expulsas da Convenção Batista Brasileira, as igrejas a princípio relutaram em reunir-se em convenção. Os dois principais líderes de Renovação Espiritual; Enéas Tognini e José Rego do Nascimento não se mobilizaram para reunir as igrejas excluídas em uma convenção. É quando surge então a figura do pastor Ilton Quadros Cordeiro, pastor da Igreja Batista do Barreiro, em Belo Horizonte.

          Em 1966, o pastor Ilton Quadros Cordeiro demonstrou preocupação com o destino das igrejas excluídas. Primeiramente entrou em contato com o pastor Arthur Freire, que lhe aconselhou que seria mais conveniente ao invés de uma convenção, reunir as igrejas em uma Ação Missionária. Dessa forma foi criada a AME: Ação Missionária Evangélica, tendo o jovem pastor Wilson Régis à frente. Essa aliança na verdade não teve um governo de natureza democrático, o pastor Régis acumulou os cargos de Superintendente Geral, Tesoureiro e depois diretor do seminário STEB, Seminário Teológico Evangélico do Brasil.

          A AME não continha apenas igrejas batistas, havia também metodistas e presbiterianas que também haviam aderido ao movimento de renovação espiritual.

          No ano de 1967 extingue-se a AME dando lugar à Convenção Batista Nacional. Em sua primeira seção da assembléia inaugural, realizada às 14 horas do dia 16 de setembro de 1967, no templo da Igreja Batista da Lagoinha, é eleita a diretoria da Convenção Batista Nacional. Foi eleito presidente o Pr. Elias Brito Sobrinho; 1º vice-presidente, Pr. Joel Ferreira; 2º vice-presidente, Pr. Rosivaldo de Araújo; 1º secretário, Pr. Nivaldo Ferreira da Silva; 2º secretario, Pr. Dalson Pinto Teixeira. É também adotada na assembléia a Confissão de Fé, a mesma adotada pela Convenção Batista Brasileira, com o acréscimo do Artigo III da Convenção de Kansas City – Deus o Espírito Santo.

Doutrina

          Acreditamos ser inadequado transcrever aqui a confissão de fé da Convenção Batista Nacional, remetemos o leitor a pesquisar o Manual Básico dos Batistas Nacionais, que contém a referida declaração de fé. É basicamente a mesma da Convenção Batista Brasileira, acrescentando-se apenas o Artigo III, que versa a respeito da crença dos batistas nacionais sobre a doutrina do Espírito Santo. Este artigo foi extraído da Confissão de Fé dos Batistas do Sul dos Estados Unidos (Confissão de Kansas City).

          Julgamos necessário porém, apresentar os princípios batistas, pois estes desejam que sejam julgados não simplesmente por suas doutrinas, mas pelos seus princípios. É o que os caracteriza como batistas. Os batistas nacionais continuaram plenamente batistas, haja vista que ratificam a necessidade e importância da prática dos princípios batistas observados pelos batistas em geral.

          Os princípios batistas é na realidade um desdobramento e aplicação da tese de doutoramento em Filosofia de A. B. Langston, (Princípios de Individualismo em Suas Expressões Doutrinárias), publicada pela então Casa Publicadora Batista, em 1933, no Rio de Janeiro.

Princípios Batistas

I – A Autoridade

1. Cristo como Senhor

A suprema fonte de autoridade é o Senhor Jesus Cristo, toda esfera da vida está sujeita à Sua Soberania.

2. As Escrituras

A Bíblia como revelação inspirada da vontade divina, cumprida e completada na vida e nos ensinamentos de Jesus Cristo, é nossa regra autorizada de fé e prática.

3. O Espírito Santo

O Espírito Santo é o próprio Deus revelando Sua Pessoa e vontade aos homens. Ele, portanto, interpreta e confirma a voz da autoridade divina.

II – O Indivíduo

1. Seu Valor

Cada indivíduo foi criado à imagem de Deus e, portanto, merece respeito e consideração como uma pessoa de valor e dignidade infinita.

2. Sua Competência

Cada pessoa é competente e responsável perante Deus, nas próprias decisões e questões morais e religiosas.

3. Sua Liberdade

Cada pessoa é livre perante Deus em todas as questões de consciência e tem o direito de abraçar ou rejeitar a religião, bem como de testemunhar sua fé religiosa, respeitando os direitos dos outros.

III – A VIDA CRISTÃ

1. A Salvação Pela Graça

A salvação é dádiva de Deus através de Jesus Cristo, condicionada, apenas, pela fé em Cristo e rendição à soberania divina.

2. As Exigências do Discipulado

As exigências do discipulado cristão, baseadas no reconhecimento da soberania de Cristo, relacionam-se com a vida em um todo e exigem obediência e devoção completa.

3. O Sacerdócio do Crente

Cada cristão, tendo acesso direto a Deus através de Cristo, é seu próprio sacerdote e tem a obrigação de servir de sacerdote de Cristo em benefício de outras pessoas.

4. O Cristão e Seu Lar

O lar é básico, no propósito de Deus para o bem-estar da humanidade, e o desenvolvimento da família deve ser de supremo interesse para todos os cristãos.

5. O Cristão Como Cidadão

O cristão é cidadão de dois mundos – o reino de Deus e o Estado – e deve ser obediente à lei de seu país, tanto quanto à lei suprema de Deus.

IV – A IGREJA

1. Sua Natureza

A igreja, no sentido lato, é a comunidade fraterna de pessoas redimidas por Cristo e tornadas uma só na família de Deus. A igreja, no sentido local, é a companhia fraterna de crentes batizados, voluntariamente unidos para o culto, desenvolvimento espiritual e serviço.

2. Seus Membros

Ser membro de igreja é um privilégio, dado exclusivamente a pessoas regeneradas que voluntariamente aceitam o batismo e se entregam ao discipulado fiel, segundo o preceito cristão.

3. Suas Ordenanças

O Batismo e Ceia do Senhor, as duas ordenanças da igreja, são símbolos da redenção, mas sua observância envolve realidades espirituais na experiência cristã.

4. Seu Governo

Uma igreja é um corpo autônomo, sujeito unicamente a Cristo, sua cabeça. Seu governo democrático, no sentido próprio, reflete a igualdade e responsabilidade de todos os crentes, sob a autoridade de Cristo.

5. Sua Relação Para com o Estado

A igreja e o Estado são constituídos por Deus e perante ele responsáveis. Devem permanecer distintos, mas tem a obrigação do reconhecimento e reforços mútuos, no propósito de cumprir-se a função divina.

6. Sua Relação Para com o Mundo

A igreja tem uma posição de responsabilidade no mundo; sua missão é para com o mundo; mas seu caráter de ministérios são espirituais.

V – NOSSA TAREFA CONTÍNUA

1. A Centralidade do Indivíduo

De consideração primordial na vida e trabalho de nossas igrejas é o indivíduo com seu valor, suas necessidades, sua liberdade moral, seu potencial perante Cristo.

2. Culto

O culto – que envolve uma experiência e comunhão com o Deus vivo e santo – exige uma apreciação maior sobre a reverência e a ordem no culto, a confissão e a humildade, a consciência da santidade, majestade, graça e propósito de Deus.

3. O Ministério Cristão

Cada cristão tem o dever de ministrar ou servir com abnegação completa; Deus, porém, na Sua sabedoria, chama várias pessoas de um modo singular para dedicarem a sua vida, de tempo integral, ao ministério relacionado com a obra da igreja.

4. Evangelismo

O evangelismo, que é básico no ministério da igreja e na vocação do crente, é a proclamação do juízo e da graça de Deus em Jesus Cristo e a chamada para aceita-Lo como salvador e segui-Lo como Senhor.

5. Missões

As missões procuram a extensão do propósito redentor de Deus em toda parte, através do evangelismo, da educação e do serviço cristão e exigem de nós dedicação máxima.

6. Mordomia

A mordomia cristã concebe toda a vida como um encargo sagrado, confiado por Deus, e exige o emprego responsável de vida, tempo, talentos e bens – pessoal ou coletivamente – no serviço de Cristo.

7. O Ensino e Treinamento

A natureza da fé e experiência cristãs e a natureza e necessidade das pessoas fazem do ensino e treinamento um imperativo.

8. Educação Cristã

A educação cristã emerge da relação da fé e da razão e exige excelência e liberdade acadêmicas que são tanto reais quanto responsáveis.

9. A Autocrítica

Todo grupo de cristãos, para conservar sua produtividade, terá que aceitar a responsabilidade da autocrítica construtiva.

BIBLIOGRAFIA

TOGNINI, Enéas – História dos batistas nacionais. 2ª ed. 1993, Convenção Batista Nacional, Brasília – D. F.

Manual Básico dos Batistas Nacionais. 2ªed. 1986, Convenção Batista Nacional, Brasília – D. F.

AZEVEDO, Israel Belo de – A celebração do indivíduo: a formação do pensamento batista brasileIro. São Paulo: Vida Nova, 2004.

Igreja batista vira refúgio para dependentes após operação da polícia na Cracolândia

 

Igreja batista vira refúgio para dependentes após operação da polícia na Cracolândia

Depois da operação da polícia na cracolândia uma igreja batista se transformou em refúgio para os dependentes químicos. A igreja, que é um misto de templo religioso e centro comunitário, funciona há quase dois anos na região central de São Paulo.

Diariamente usuários de drogas fazem fila na calçada do número 509 da Alameda Barão de Piracicaba em busca de abrigo, alimento e um banho. A porta da igreja, chamada de Cristolândia, fica diariamente repleta de colchões rasgados e camas de papelão, onde os dependentes químicos se alinham em busca de abrigo.

Segundo o Folha.com após a operação policial que dispersou uma multidão da conhecida como cracolândia, a igreja passou a manter suas portas abertas 24 horas por dia, funcionando em esquema de plantão para atender os usuários de crack.

O projeto tem como objetivo encaminhar os dependentes químicos para tratamento, trocando “crack por Cristo”, e já encaminhou mais de mil pessoas para internação e centros de formação evangélica.

“Estou correndo do cachimbo [de crack] e dos homens. Aqui a polícia deixa a gente em paz”, diz Daiane Soares, 26, que espera a seis dias vaga em uma clínica que aceite casais para se tratar junto com o namorado, Wesley, 20.

O pastor Humberto Machado, 53, é coordenador da missão e conta que nas duas últimas semanas, o número de internações, via Cristolândia, aumentou consideravelmente: “Fazíamos uma média de 40 por mês. Já chegamos ao dobro disso em dez dias e vamos abrir 200 novas vagas”.

O pastor Humberto usa sua experiência como ex-usuário de cocaína para falar com o pessoal vindo da cracolândia: “Cheirava cocaína dia e noite, comia lixo, fui preso e humilhado. Só via trevas”, relata.

A Cristolândia é mantida por doações das igrejas Batistas. Os gastos são de R$ 70 mil por mês. Para atrair usuários de crack para os cultos matutinos, oferecem refeições, banho e roupa limpa.

Fonte: Gospel+

O jogador Rivaldo vai jogar em Angola e está construindo uma igreja evangélica no país

 

O jogador Rivaldo vai jogar em Angola e está construindo uma igreja evangélica no país

De mudança para Angola onde defenderá por uma temporada o Kabuscorp, atual vice-campeão do campeonato angolano, Rivaldo anunciou que está investindo na construção de uma igreja evangélica no país africano.

Apresentado na última sexta-feira como jogador do Kabuscorp, o ex-jogador do São Paulo escreveu no Twitter: “Quero compartilhar algo com vcs (sic): Deus já tinha preparado este meu tempo em Angola. Há cinco meses atrás eu já tinha investido nesta terra sem mesmo imaginar que um dia poderia jogar aqui”.

“Minha vinda a Angola vai muito além do futebol. Estou muito feliz, hj (sic) fui visitar o nosso terreno, igreja Shammah Deus esta aqui”, escreveu ao postar uma foto no terreno em que irá ser construído o templo.

Rivaldo participou também do lançamento da pedra fundamental da construção, ocasião em que escreveu: “Eu e o bispo Victor colocamos a primeira pedra da igreja Shammah que esta sendo construída”.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Daniel é eliminado do BBB 12 após polêmica de estupro

 

 

Decisão foi tomada pela direção do programa, após a polícia ir ao Projac

 

Daniel Gustavo Rodrigues, pivô de polêmica envolvendo estupro, foi expulso nesta segunda-feira (16) da 12ª edição do Big Brother Brasil.

A decisão foi tomada pela direção do programa, após a polícia ir ao Projac, centro de teledramaturgia da Rede Globo. A informação foi divulgada pelo blog da jornalista Patrícia Kogut e mais tarde confirmada pela Central Globo de Comunicação, como adiantou o jornalista Daniel Castro.

O anúncio da expulsão foi feito logo após Daniel ir ao confessionário conversar com a direção do programa. O aúdio da transmissão pay-per-view foi cortado e, na internet, vídeos com o depoimento de Monique Amim - supostamente agredida pelo modelo - começaram a circular. Ela nega ter feito sexo com o modelo e afirma que Daniel precisa ser muito "mau caráter" para ter feito sexo com ela dormindo.
O episódio aconteceu na madrugada deste domingo (15), após a festa comandada pelo global André Marques. Monique exagerou na bebida e Daniel supostamente teria abusado da moça enquanto ela dormia.

o primeiro depoimento a Boninho, diretor do programa,Monique disse que não houve sexo entre os dois e que ela estava consciente de tudo. Nesta segunda-feira (16), no segundo depoimento, Monique afirmou que só se lembra ter "passado a mão um no outro". "Na hora em que o Rafa [outro participante] deitou, eu capotei", disse.
Durante o interrogatório da produção nesta segunda-feira (15), o som da casa ficou por cerca de uma hora cortado e, desde a saída de Monique saiu do confessionário, Daniel não foi mais visto. O clima na casa ficou tenso e a sister se afastou dos participantes e pediu para ir dormir.

Repercussão

Daniel deve prestar depoimento à polícia ainda na noite desta segunda-feira (16). Monique, como ainda permanece na casa, deve passar pelo interrogatório da polícia nesta terça-feira (17) no Projac.
A sister deve ser submetida a um exame de corpo de delito, que pode comprovar se houve o crime de estupro. Ele, porém, lembra que ela não é obrigada a fazer o exame.
A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, encaminhou nesta segunda-feira (16) um ofício ao Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro pedindo “providências” contra a denúncia do suposto estupro no Big Brother Brasil 12.

Estupro: nova lei

No ano de 2009 o governo Lula sancionou a lei 12.015, que altera as leis 2.848 (Código Penal) e 8.072 (que trata dos crimes hediondos). Ela tornou mais severas as penas para os crimes de pedofilia, estupro seguido de morte e assédio sexual contra menores.
O autor do estupro pode pegar entre seis e dez anos de pena com prisão. A nova lei amplia a aplicação da pena para os casos que, na lei anterior, eram tratados apenas como atos libidinosos. O artigo 215 da lei diz que é estupro "ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com alguém, mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de vontade da vítima".
Questionado pelo R7 sobre possível eficácia de um exame de corpo de delito, uma vez que, após a mudança do Código Penal, o crime de estupro não se configura somente em caso de conjunção carnal, o delegado disse que pretende ouvir os participantes envolvidos e coletar evidências exibidas no programa para embasar a abertura do inquérito.

Fonte: R7.com

Bial omite motivo de expulsão de Daniel de Big Brother Brasil 12–Crime Sexual poderia acabar com a reputação da Rede Globo

 

 

Apresentador do Big Brother Brasil 12, Pedro Bial anunciou a eliminação de Daniel, mas sem citar o motivo. As palavras sexo, abuso sexual ou estupro não foram citadas.

Segundo Bial, Daniel foi eliminado porque "infringiu as regras" do BBB, mas não esclareceu quais.

Numa nota curta, Bial disse apenas que a eliminação ocorreu após rigorosa avaliação.

Daniel deixou o BBB 12 após ter sido acusado, nas redes sociais, de ter abusado sexualmente de Monique.

Para a Globo, seria extremamente desconfortável anunciar em rede nacional que Daniel é suspeito de crime sexual. Seria como condená-lo sem julgamento, expô-lo ainda mais. E estaria sujeita a ação judicial por parte do rapaz.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Reflexão–”Problemas”

 

 

"considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações" Tiago 1.2

Por favor, pare de se "vangloriar" dizendo que você tem um monte de problemas para resolver, que sua vida é um problema só.

Se você cavalga na idéia de que esse é um privilégio exclusivamente seu, levante-se, porque você acaba de cair do cavalo.

Ora, problemas todos temos, e sempre teremos até o último dia de nossa existência.

A questão principal não é como fazer para evitar problemas, mas sim "COMO VOCÊ TEM REAGIDO A ELES?"

É sua atitude (postura mental) que irá definir o que os problemas, ou desafios - como queira chamar -, irão representar para você.

Podem significar obstáculos, empecilhos, castigos, maldições.

Mas podem também significar oportunidades de crescimento, se assim VOCÊ DECIDIR enxergar e reagir.

Parece absurdo imaginar isso, mas deveríamos agradecer a Deus pela existência dos problemas.

Na verdade, sem eles dificilmente haveria progresso.

Sem eles, cientistas não seriam desafiados a buscarem novas descobertas e soluções.

Sem eles, certamente você não seria provado e desafiado a crescer.

Continuaria fazendo exatamente as mesmas coisas, do mesmo jeito, por anos.

Quando o apóstolo Tiago escreve em sua carta que deveríamos "considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações", ele explica logo em seguida que a provação produz a perseverança.

E é exatamente a perseverança que lhe faz mais forte.

Força essa que você precisará para enfrentar desafios maiores que virão.

Mas fique tranqüilo com uma certeza: a dimensão dos problemas é sempre proporcional à sua grandeza.

Os otimistas e positivos verão nisso consolo.

Os negativos imediatamente questionarão: "quer dizer que se eu crescer, a grandeza dos problemas também crescerá?"

A resposta é: SIM!!!

E é por isso que somente grandes pessoas estão qualificadas para grandes postos.

Somente elas estão preparadas para lidarem com a magnitude dos problemas inerentes à posição.

E é por isso também que os pessimistas ou acomodados não crescem, porque não querem correr o risco de enfrentar os problemas ou desafios inerentes à nova realidade.

Aí, estagnam!

Portanto, da próxima vez que você em seu trabalho for reclamar que só lhe mandam problemas, pare, reflita, mude sua atitude e agradeça.

Afinal, será que existe alguma outra razão para você estar neste trabalho se não for para resolver problemas, superar desafios, encontrar novos caminhos?

No dia que tais coisas deixarem de existir, é bem provável que sua permanência lá não se justifique mais.

E esse problema, se puder, procure evita-lo.

Colossenses 2:23 e 24

Príncipe herdeiro do Kwait se converte ao cristianismo: “a Bíblia me levou para o caminho certo”

 

 

Príncipe herdeiro do Kwait se converte ao cristianismo: “a Bíblia me levou para o caminho certo”

Um arquivo em áudio, divulgado por um árabe cristão chamado Al-haqiqa, que transmite programas de televisão via satélite, mostra um diálogo de um ex-muçulmano convertido ao cristianismo assumindo os riscos a que estava exposto pelo fato de ter se convertido.

No diálogo, o novo convertido afirma estar consciente de que a divulgação de sua conversão pode custar-lhe a vida: “Em primeiro lugar, eu concordo totalmente com a distribuição desse arquivo de áudio e declaro que, se eles me matarem, por causa disso vou entrar na presença de Jesus Cristo e estar com ele por toda a eternidade. Estou satisfeito, porque a verdade na Bíblia me levou para o caminho certo”.

A voz é atribuída ao Príncipe Abdollah Al-Sabah, membro da família real do Kwait, país de maioria islâmica e com apenas quatro por cento de cristãos em sua população. A Constituição do Kwait reconhece o islamismo como religião oficial e a Sharia (lei islâmica) como principal fonte de orientação na criação de leis.

Segundo o site Noticias Cristianas, durante o programa em que a conversa foi divulgada, foi comentado que o príncipe havia renunciado à sua fé de berço. Trecho do áudio divulgado mostra o Príncipe Abdollah relacionando as revoltas dos povos árabes à religião: “As muitas comunidades islâmicas sempre quiseram dominar diferentes partes do mundo, mas Deus tem preservado o mundo e ainda o protege. É por isso que temos visto as discrepâncias que aparecem entre os grupos islâmicos que agora estão lutando entre si”.

Sites de orientação xiita desmentiram a notícia, afirmando que não há “ninguém na família real do Kuwait com esse nome”. A conversão do príncipe foi notícia nos principais canais de TV por assinatura com conteúdo árabe e na agência de notícias do governo do Irã, país vizinho ao Kwait, porém o destaque dado foi pequeno.

Fonte: Gospel+