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terça-feira, 6 de março de 2012

Deputado Marco Feliciano afirma que autoridades brasileiras estão intercedendo pela libertação do pastor Yousef Nadarkhani junto ao governo do Irã

 

Deputado Marco Feliciano afirma que autoridades brasileiras estão intercedendo pela libertação do pastor Yousef Nadarkhani junto ao governo do Irã

De acordo com informações divulgadas pelo deputado Marco Feliciano (PSC/SP), a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmou hoje que o embaixador do Brasil no Irã, Antônio Salgado, tem conversado com assessores próximos ao líder supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei, reivindicando a libertação do pastor Yousef Nadarkhani, que está preso e condenado à morte por ter se convertido ao cristianismo.

Porém, apesar da intervenção brasileira e das manifestações de diversos outros organismos internacionais, as autoridades iranianas continuam reticentes sobre o caso e afirmam que a questão da prisão do pastor é um problema de natureza estritamente interna ao país.

O Brasil tem sido apontado internacionalmente com uma das nações que podem intervir junto ao Irã em favor de Nadarkhani, por gozar de boas relações diplomáticas como país. E o deputado Feliciano, membro da bancada evangélica, vem tentando mobilizar o governo desde 2010 em favor do líder religioso.

A Casa Civil informou, porém, que devido ao fato dos crimes atribuídos ao líder religioso serem, naquele país, punidos com sentença de morte, é difícil a avaliação quanto ao tempo para o desfecho do processo: “Casos como este, que despertam repercussão internacional, costumam ter seu desenvolvimento protelado pelas autoridades judiciárias do país”, diz o comunicado eletrônico da Casa Civil, segundo o The Christian Post.

É costume do Irã postergar indefinidamente sua decisão a respeito desse tipo de caso, quando pressionado pela comunidade internacional. Como exemplo temos o caso de Sakineh Ashtiani. A iraniana foi condenada à morte por apedrejamento, acusada de adultério pelas autoridades iranianas, e o caso dela foi um dos que mais provocaram indignação internacional. Sakineh permanece presa e sua sentença poderá ser mudada para enforcamento.

Fonte: Gospel+

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