Me acompanhe pelo e-mail

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Fundador de seita que se autoproclama reencarnação de Jesus atrai fiéis e causa preocupação às autoridades e líderes cristãos

 

image

 

 

Um homem que se autoproclama a reencarnação de Jesus Cristo tem chamado a atenção de especialistas e causado preocupação a líderes religiosos pela quantidade de seguidores que ele tem atraído para sua seita, na Austrália.

A Divine Truth, (Verdade Divina), igreja fundada por Alan John Miller, tornou-se alvo de observação das autoridades australianas pelas características de seus seguidores. Os adeptos da seita passaram a fazer aquisições de lotes próximo à sede da Divine Truth, com o objetivo de estar perto do suposto Jesus.

Entre as crenças do grupo, está a ideia de que não apenas Miller seja a reencarnação de Jesus, mas que sua parceira, Mary Luck, seja a própria Maria Madalena, amiga e discípula de Jesus que presenciou a crucificação.

“Tenho lembranças muito claras da crucificação, mas isso é tão angustiante para mim como foi para outros, como Maria, que estava presente. Quando você é um com Deus, você não está em um estado de medo, e você tem um bom controle sobre as sensações e níveis de dor que seu corpo pode absorver”, disse Miller em entrevista à TV britânica Sky News.

Entre os ensinos da seita, é difundido que “após a sua crucificação”, Jesus entrou no mundo dos espíritos e conheceu Platão, Sócrates, diversos papas e presidentes, e que essas conversas com as figuras mencionadas serviram para lembrá-lo dos milagres que realizou há dois mil anos. “Eu revivi um número de pessoas… incluindo meu amigo Lázaro, que a maioria das pessoas sabe que é mencionada na Bíblia”, diz Miller.

Sobre as críticas de pessoas que o classificam como falso profeta, Miller rebate dizendo que essa não é a primeira vez que contestam sua santidade: “Havia muitas pessoas no primeiro século não acreditavam que eu era o Messias e se sentiram ofendidos com o que Eu disse – e, na verdade, morri nas mãos de alguns deles”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Nenhum comentário:

Postar um comentário