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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Joelma, da banda Calypso, compara homossexuais a “drogados” e afirma ser contra o casamento gay: “Bíblia diz que não é correto”

 

Joelma, da banda Calypso, compara homossexuais a “drogados” e afirma ser contra o casamento gay: “Bíblia diz que não é correto”

A vocalista da banda Calypso, Joelma Mendes, comparou a condição homossexual como a de um dependente químico, e afirmou ser contra o casamento gay.

A declaração foi publicada pelo jornalista Bruno Astuto, no site da revista Época, no último sábado: “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra [...] Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar”, afirmou, ressaltando que se tivesse um filho homossexual, “lutaria até a morte para fazer sua conversão”.

Evangélica há quatro anos, Joelma diz que tem se dedicado mais a cuidar de sua saúde física e espiritual, e tem separado tempo específico para orar: “Maltratei meu organismo porque trabalhava todos os dias da semana e tive um piripaque, uma alergia crônica que quase me sufocou. Deus salvou minha vida”, testemunha a cantora, que está preparando um CD de música gospel, além de novos projetos com a banda Calypso, onde faz parceria com seu marido, Chimbinha.

O guitarrista, segundo ela, também se converteu, mas não se expressa igual a ela: “[Ele] não é tão maluco quanto eu”, diz a cantora, que pretende ser mãe novamente: “Quero ter um filho aos 45 anos. É uma promessa de Deus para mim”.

Sobre as roupas usadas no palco enquanto se apresenta com sua banda, Joelma afirma que não permite que elas influenciem em seu testemunho: “Uso aquelas roupas curtas e rebolo, mas, quando falo de Deus, todo mundo entende”, garante.

Durante esse ano, a história de Joelma e Chimbinha será retratada nos cinemas através do longa metragem Isso é Calypso – O Filme, que começa a ser rodado em maio, com locações no Pará e Rio de Janeiro. A atriz que interpretará Joelma será Deborah Secco: “Ela veio aqui em casa e trocamos figurinha. Ela terá que ter uma reserva de energia muito grande porque as coreografias pedem. Mas a Deborah já fez balé e sabe dançar. Quando cantou com Chimbinha, mostrou que é afinada”.

A cantora diz ainda que sua única exigência para o filme foi o sotaque paraense e que a história seja contada de forma realista: “Nada na minha vida eu fiz para ganhar dinheiro. Quero que Deborah passe a verdade e nada que vise o lado mais comercial”, afirmou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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