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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Nova proposta de legalização do aborto pretende também vetar verba pública para projetos sócias de religiosos

Nova proposta de legalização do aborto pretende também vetar verba pública para projetos sócias de religiosos
Prática repudiada pelo cristianismo – aborto – volta é apresentada em nova plataforma no senado.
No último dia 18 de agosto se reuniu em Brasília no Congresso Nacional a ‘Frente Nacional contra a Criminalização de Mulheres e pela Legalização do Aborto’ juntamente com outras ONG’s que promovem a legalização do aborto no Brasil. O novo documento apresentado tem como uma de suas pretensões vetar algumas ações de organizações religiosas.
No mesmo dia as senadoras Lídece da Mata (PT-BA), Ângela Portela (PT – RR) e Ana Rita (PT-ES) convocaram uma audiência pública, no ‘Auditório Petrônio Portela do Senado Federal’, para onde as representantes das organizações se dirigiram após. O tema da audiência conforme a convocação foi: ‘Debate sobre direitos sexuais e reprodutivos das mulheres’.
Pretensões da nova plataforma a favor da legalização do aborto:
  • Manter a proposta elaborada pela Comissão Tripartite, instituída em 2005 pela secretária de políticas para as mulheres: Retirar a prática de aborto do código penal;
  • Impedir a participação das Organizações Religiosas na elaboração e controle social das políticas, e vetar o recebimento de verba pública destas, para ações sociais que tenham como base e orientação princípios religiosos;
  • Garantia de ‘orientação sexual nas escolas’ e impedimento da inserção do ensino religioso nas ‘Redes Púbilcas de Edução’.
A Plataforma afirma que o “aborto é apenas o resultado da interrupção da gravides até a 22ª semana de gestação e cujo produto pesa até 500 gramas”. Discriminando segundo a fonte, o feto e ignorando que se trata de um ser humano já em formação, com tanto direito à vida aquanto qualquer outro ser humano e não de um simples produto que pesa até 500 gramas.
Fonte: Gospel+

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